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| - Chester Floyd Carlson (February 8, 1906 – September 19, 1968) was an American physicist, inventor, and patent attorney born in Seattle, Washington. He invented the process of electrophotography, which produced a dry copy rather than a wet copy, as was produced by the mimeograph process. His process was subsequently renamed to xerography, a term that literally means "dry copy". The road to his success -- or that for xerography's success -- had been long and filled with failure. His next-to-last attempt to garner the interest -- and funds -- he needed to commercialize the physics was a meeting with the Department of the Navy. The Navy had a specific interest in the production of dry copies but they did not "see" what Carlson saw. As what may have become a last-ditch effort, he took his idea to the Battelle Memorial Institute in Columbus, Ohio, in 1942. Carlson met with Battelle's John S. Crout, General Manager and assistant to Director Clyde E. Williams. By using a glass rod, an animal pelt and carbon powder, Carlson demonstrated how the electric charge that developed on the glass rod could be used to attract the carbon particles to it. Carlson convinced Crout, Crout persuaded Williams and other Battelle directors to make a "substantial investment in development of the process". Between 1946 and 1953 Crout "negotiated the series of licensing contracts with the Haloid Company (which later changed its name to Corporation. To summarize, Carlson's idea was proved feasible by Battelle between 1942 and 1946, then the company that would become Xerox Corp. made it commercial between 1946 and 1953. It took almost another 20 years before Xerography put the last mimeograph machine in the storage closet. Carlson was persistent and he was a hard worker. The process he conceived made him wealthy and it made Batelle wealthy. But it also transformed copyright law (reference?) and the way people work. The physics behind xerography continue to yield new technology such as the laser printer. (en)
- Chester F. Carlson (8 februari 1906 - 19 september 1968) was een Amerikaanse wetenschapper, uitvinder en advocaat. Hij studeerde aan het Technologisch Instituut van Californië. Na bij Bell Telefoon Maatschappij gewerkt te hebben, kwam hij terecht bij een groot electronicabedrijf in New York. Daar werd hij heftig geconfronteerd met het kopieërprobleem. In 1938, na vier jaar ontwikkeling, maakte hij zijn eerste xerografische afdruk. Dit werd een commercieel succes toen het bedrijf Haloid Company in 1947 het patent kocht en kopieermachines op de markt bracht die gebruik maakten van zijn uitvinding. (nl)
- Честер Карлсон (англ. Chester Carlson; 8 февраля 1906 — 19 сентября 1968) — изобретатель по призванию и адвокат по профессии. Занимался делами по сохранению авторских прав. Ему принадлежит право на изобретение принципа электрографии или ксерографии, одного из основных изобретений XX века. За внедрение в производство этого принципа он боролся почти 17 лет. (ru)
- Chester Floyd Carlson (Seattle, Washington, EE.UU., 8 de febrero de 1906 - 19 de septiembre de 1968) fue un físico, inventor y empresario estadounidense. (es)
- È stato l'inventore della tecnica elettrofotografica, meglio conosciuta come xerografia, su cui si basano le moderne fotocopiatrici nonché le stampanti laser. Con notevole caparbietà è riuscito a superare le difficoltà tecniche e l'indifferenza delle aziende che avrebbero potuto commercializzare la sua invenzione, riuscendo infine a portarla sul mercato, rivoluzionando il concetto di diritto d'autore e accumulando una notevole fortuna. (it)
- Chester F. Carlson foi o inventor da fotocopiadora. Chester Carlson nasceu em fevereiro de 1906, num lar desafortunado. Graduou-se em química e, pouco mais tarde, conquistou um diploma de físico no Instituto de Tecnologia da Califórnia. Depois de uma breve passagem como engenheiro pesquisador da Bell Telephone, Carlson acabaria na Mallory de New York. A idéia ocorreu no escritório da P.R. Mallory and Company, empresa de produtos eletrônicos em cuja seção de patentes ele trabalhava em Nova York. Carlson notou que o número de cópias de especificações de patentes disponíveis em sua seção nunca era suficiente para atender à demanda. Havia sempre necessidade de mais cópias. E pior: não existia no mercado método rápido e seguro de se obter cópias em quantidade e com qualidade aceitável. Nascia um inventor. Obstinado Carlson passou meses lendo todas as noites, na Biblioteca Pública de New York, tudo o que podia encontrar sobre processos de reprodução de imagens. Toda sua energia criadora se fixaria num capítulo que freqüentava somente as páginas teóricas dos manuais: a fotocondutividade. Na manhã do dia 22 de outubro de 1938, numa saleta do segundo andar de um edifício do bairro de Astoria em New York, onde instalara seu improvisado laboratório, Carlson criou, o processo que mais tarde se tornaria célebre em todo o mundo, sob a marca Xerox. Ele e seu assistente, o físico alemão Otto Kornei, cobriram uma placa de zinco com uma fina camada de enxofre. Em seguida, escreveram com tinta comum, sobre uma lâmina de vidro, os dizeres “10-22-38 ASTORIA”. Esfregaram com um lenço de algodão a placa metálica que se tornou carregada de eletricidade estática. Depois dessa operação, colocou a lâmina de vidro sobre a placa metálica e expôs o conjunto à luz de um refletor. Os raios de luz, conforme previa a teoria, drenaram toda a carga elétrica da chapa metálica deixando incólumes somente às regiões cobertas pela tinta dos dizeres, ou que serviu como uma máscara contra os efeitos dos raios luminosos. Retirada a lâmina de vidro, Carlson pulverizou a placa metálica com um pó conhecido como licopódio. Imediatamente, os dizeres “10-22-38 ASTORIA” se tornaram visíveis. E, para alegria dos dois pesquisadores, quando uma folha de papel foi pressionada contra a superfície metálica, a inscrição transferiu-se para ela. Essa foi a primeira cópia xerográfica do mundo. Em 1947, a sorte de Carlson mudaria. Antes, porém, em 1942, já se podia colher sinais de que o jovem inventor não blefava. No dia 6 de outubro daquele ano ele conseguiu a patente para seu invento, que recebeu o número 2297691. Passados dois anos, Carlson finalmente convenceu os diretores de uma organização de pesquisa sem fins lucrativos a selar com ele um contrato que lhe dava recursos para comercializar o invento. A duras penas, conseguiu 15. 000 dólares e com eles manteve sua parte no bolo que então começava a crescer. Em 1947, o Batelle Institute celebrou um acordo com uma pequena empresa chamada Haloid que se dedicava a fabricar papel fotográfico. A Haloid conquistou o direito de desenvolver o que seriam as máquinas xerográficas. Seu estilo de vida e de trabalho e seus exemplos marcariam a pequena Haloid em sua trajetória rumo à gigantesca Xerox. O próprio nome Xerox nasceria na era Haloid. Batelle e seus novos sócios concordaram em que “eletrofotografia” tinha pouco apelo mercadológico e decidiram alterá-lo. Por sugestão de um professor de línguas clássicas da universidade de Ohio, mudou-se a denominação do invento de Carlson para xerografia, do grego xerox = seco e grafia = escrita. Tinha-se um nome, mas não um produto. - A Haloid inventou a palavra Xerox para as novas copiadoras e, em 1948, a palavra tornou-se marca registrada. Inspirada pelo sucesso modesto inicial de suas copiadoras, a Haloid mudou seu nome em 1958 para Haloid Xerox Inc. No final da década de 40, John H. Dessauer, chefe de pesquisas da Haloid, Chester Carlson e Joseph C. Wilson, presidente da companhia, fizeram uma exibição pública da Xeroxprinter. Tratava-se de um tosco aparelho xerográfico capaz de imprimir papel disposto em rolos dentro da máquina. O aparelho ganhou enorme publicidade, porém jamais foi comercializado. A primeira das máquinas xerográficas a ganhar as prateleiras veio à luz somente em 1949. Estava em gestação, nos laboratórios da empresa, o protótipo do que seria um dos produtos mais bem sucedidos da moderna era industrial: a Xerox 914, que o mundo veio a conhecer no outono de 1959. A designação 914, vem do fato dela ser capaz de copiar originais de até 9 por 14 polegadas. Foi um estrondoso sucesso e impulsionou os balanços da companhia para a órbita ocupada pelas grandes corporações dos Estados Unidos. Em 1959, a companhia obteve um lucro líquido de 2 milhões de dólares. A empresa tornou-se Xerox Corporation em 1961 após ampla aceitação da Xerox 914, a primeira copiadora automática para escritório que utilizava papel comum. Em 1962, esse valor atingiu 22,6 milhões de dólares. No ano seguinte, a copiadora 813 seria lançada e imediatamente transformada num sucesso de vendas. O mesmo se passaria com o modelo 2400, batizado assim em razão do número de cópias que podia reproduzir em uma hora. Em todas elas, o espírito de Chester Carlson esteve presente. Da inquietação de Carlson com tal estado de coisas surgiu a xerografia, o mais avançado processo de reprodução de imagens até hoje colocado à disposição do homem, que permite copiar a seco, em papel comum, qualquer original. Uma idéia singela que ganharia notoriedade mundial com o correr dos anos, mudando o dia-a-dia de milhões de pessoas. Uma idéia cujo formulador se tornaria um rico empresário e inventor de méritos reconhecidos universalmente e sobre cuja força se assentaria uma empresa dona de uma marca conhecida ao redor do planeta. Em 1975, a empresa lançou a famosa campanha “It’s a miracle”. (pt)
- Chester Floyd Carlson (* 8. Februar 1906 in Seattle, Washington; † 19. September 1968 in New York) war Physiker und Patentanwalt. Er gilt als Erfinder des modernen Fotokopierers nach dem Prinzip der Elektrofotografie. (de)
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| - Chester Floyd Carlson (February 8, 1906 – September 19, 1968) was an American physicist, inventor, and patent attorney born in Seattle, Washington. He invented the process of electrophotography, which produced a dry copy rather than a wet copy, as was produced by the mimeograph process. His process was subsequently renamed to xerography, a term that literally means "dry copy". The road to his success -- or that for xerography's success -- had been long and filled with failure. His next-to-last attempt to garner the interest -- and funds -- he needed to commercialize the physics was a meeting with the Department of the Navy. The Navy had a specific interest in the production of dry copies but they did not "see" what Carlson saw. As what may have become a last-ditch effort, he took his idea to the Battelle Memorial Institute in Columbus, Ohio, in 1942. Carlson met with Battelle's John S. Crout, General Manager and assistant to Director Clyde E. Williams. By using a glass rod, an animal pelt and carbon powder, Carlson demonstrated how the electric charge that developed on the glass rod could be used to attract the carbon particles to it. Carlson convinced Crout, Crout persuaded Williams and other Battelle directors to make a "substantial investment in development of the process". Between 1946 and 1953 Crout "negotiated the series of licensing contracts with the Haloid Company (which later changed its name to Corporation. To summarize, Carlson's idea was proved feasible by Battelle between 1942 and 1946, then the company that would become Xerox Corp. made it commercial between 1946 and 1953. It took almost another 20 years before Xerography put the last mimeograph machine in the storage closet. Carlson was persistent and he was a hard worker. The process he conceived made him wealthy and it made Batelle wealthy. But it also transformed copyright law (reference?) and the way people work. The physics behind xerography continue to yield new technology such as the laser printer. (en)
- Chester F. Carlson (8 februari 1906 - 19 september 1968) was een Amerikaanse wetenschapper, uitvinder en advocaat. Hij studeerde aan het Technologisch Instituut van Californië. (nl)
- Честер Карлсон (англ. Chester Carlson; 8 февраля 1906 — 19 сентября 1968) — изобретатель по призванию и адвокат по профессии. (ru)
- Chester Floyd Carlson (Seattle, Washington, EE.UU., 8 de febrero de 1906 - 19 de septiembre de 1968) fue un físico, inventor y empresario estadounidense. (es)
- È stato l'inventore della tecnica elettrofotografica, meglio conosciuta come xerografia, su cui si basano le moderne fotocopiatrici nonché le stampanti laser. (it)
- Chester F. Carlson foi o inventor da fotocopiadora. Chester Carlson nasceu em fevereiro de 1906, num lar desafortunado. Graduou-se em química e, pouco mais tarde, conquistou um diploma de físico no Instituto de Tecnologia da Califórnia. Depois de uma breve passagem como engenheiro pesquisador da Bell Telephone, Carlson acabaria na Mallory de New York. A idéia ocorreu no escritório da P.R. (pt)
- Chester Floyd Carlson (* 8. Februar 1906 in Seattle, Washington; † 19. September 1968 in New York) war Physiker und Patentanwalt. (de)
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