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- The World as Will and Representation (Die Welt als Wille und Vorstellung) is the central work of German philosopher Arthur Schopenhauer. It was published in December 1818.
- Die Welt als Wille und Vorstellung (1819) ist das Hauptwerk des deutschen Philosophen [[Arthur Schopenhauer (1788-1860). Die zweite Auflage (1844) besteht aus zwei Bänden, wobei bereits der erste Band die [[Philosophie vollständig darstellt und der zweite Band als Vertiefung eben derselben verstanden werden kann. Fremdsprachige Zitate finden sich relativ häufig und werden in der Regel nicht übersetzt. Schopenhauer entfaltet in dieser Arbeit ein groß angelegtes System seiner [[Voluntarismus|voluntaristischen [[Metaphysik des Lebens. Diese ist [[Pessimismus|pessimistisch und [[Empirie|empirisch begründet. Er stützt sich unter anderem auf [[Platon, [[George Berkeley|Berkeley, [[David Hume|Hume, [[Immanuel Kant|Kant und auf die naturwissenschaftlichen Erkenntnisse seiner Zeit, aber auch auf die so genannten [[Upanishaden, eine Sammlung von philosophischen Schriften des [[Brahmanismus. Das Werk ist insgesamt durch [[Buddhismus|buddhistisches Gedankengut beeinflusst, was ein Novum in der deutschen Philosophie darstellte. Schopenhauer nannte sich selbst den ersten Buddhaisten Europas. In der Vorrede fordert Schopenhauer den Leser auf, das Buch zweimal zu lesen, da der Anfang des Buches nur durch sein Ende, dieses wiederum nur durch den Anfang ganz verstanden werden könne. Die Kenntnis der Werke Platons wird vom Autor dringlich empfohlen; die [[Ideenlehre Platons bildet - in Abwandlung - insbesondere im dritten Teil einen wesentlichen Bestandteil der Philosophie Schopenhauers. Die Kenntnis des Werks Immanuel Kants setzt der Autor ebenfalls als selbstverständlich voraus.
- El mundo como voluntad y representación (Die Welt als Wille und Vorstellung, en el original alemán) es el título de la obra capital del filósofo alemán Arthur Schopenhauer. Fue publicada por primera vez en 1819, por la editorial Brockhaus, de Leipzig. El libro es considerado la más elaborada manifestación del pesimismo filosófico y ha influido en multitud de pensadores y escritores, de la categoría de Freud, Nietzsche, Popper, Cioran y Borges, entre otros. Schopenhauer parte principalmente del idealismo de Kant, y de otros filósofos como Platón, Hume y Berkeley, pero también es tributario, en gran medida, de las filosofías hinduista y budista. Su propósito último es la explicación cabal del mundo en todos los aspectos y bajo todos los puntos de vista, tarea que el filósofo aborda a través de los conceptos de voluntad y representación. Todo su trabajo posterior no supondrá más que el desarrollo de las ideas fundamentales expuestas en esta obra. La primera edición no se vendió, y el editor la remató como papel de deshecho. No fue hasta muchos años más tarde, tras la publicación de Parerga y paralipómena (1851), cuando la obra fue valorada en todo su mérito, lo que franqueó a su autor la entrada al panteón de los ilustres.
- Le monde comme volonté et comme représentation (Die Welt als Wille und Vorstellung est une œuvre majeure d'Arthur Schopenhauer, publiée pour la première fois en allemand en 1819.
- Il mondo come volontà e rappresentazione (Die Welt als Wille und Vorstellung, prima edizione 1819) è l'opera fondamentale di Arthur Schopenhauer, filosofo tedesco che influenzerà fortemente il pensiero di Friedrich Nietzsche e successivamente di Sigmund Freud, padre della moderna psicoanalisi. La prima edizione dell'opus maius schopenhaueriano ebbe pochissimo successo, tant'è vero che gran parte delle copie stampate finì al macero. Sorte poco diversa subì anche la seconda edizione del 1844 (a cui vennero aggiunti cinquanta capitoli di Supplementi), questa ristampa venne esaurita solo nel 1858 anche grazie all'inaspettato successo dei Parerga e Paralipomena (1851, raccolta di saggi dal carattere brillante e popolare). Del 1859 è la terza edizione, l'ultima stampata in vita auctoris. In Italia è stato tradotto da Ada Vigliani.
- Die Welt als Wille und Vorstellung, in het Nederlands De wereld als wil en voorstelling, is het belangrijkste werk van de Duitse filosoof Arthur Schopenhauer. Het verscheen in 1819 en werd in 1844 sterk uitgebreid. Om het werk te kunnen lezen, zo geeft de auteur aan, moet men zich eerst Kants filosofie eigen gemaakt hebben en Schopenhauers werk Über die vierfache Wurzel des Satzes vom zureichenden Grunde hebben gelezen. Bij voorkeur is men daarnaast bekend met het werk van Plato en met de Veda's. Het eerste deel van het werk valt uiteen in 4 delen en een appendix. (Het tweede deel bestaat uit aanvullingen. ) In het eerste deel wordt Schopenhauer’s epistemologie uiteen gezet. Schopenhauer ziet de wil, die hij overigens negatief invult, als invulling van het Kantiaanse Ding an sich: Kant weigert deze notie nader te bepalen (dat kan vanuit zijn filosofie ook niet), maar volgens Schopenhauer is het mogelijk om aan te geven wat de achtergrond van de wereld van de waarnemingen is. Dit verklaart de titel van het werk: de wereld valt uiteen in twee delen, die van de fenomenen en die van de wil. In het tweede deel gaat het om de krachten van de wil. Het derde deel betreft de esthetica. Volgens Schopenhauer is het mogelijk om tijdelijk aan de verschrikkingen van het leven te ontkomen; dat gebeurt door middel van de kunst, in het bijzonder door middel van de muziek. Het vierde deel gaat over ethiek. Er worden twee soorten gedrag onderscheiden: bevestiging en ontkenning van de wil. Voor Schopenhauer is een door het medelijden gevoede handeling juist. Hij pleit dan ook voor altruïsme. Dit steunt op zijn metafysica: op het niveau van de wil zijn allen één. In zijn tweede hoofdwerk, Die beiden Grundprobleme der Ethik, staat de gedachte dat altruïsme bepalend moet zijn eveneens centraal. Het leven is enigszins dragelijk door gematigd te leven en in te zien dat men zijn verlangens niet kan vervullen. In de appendix bij het werk geeft hij zijn kritiek weer op Kants filosofie, ook al was Kant voor Schopenhauer een groot voorbeeld.
- O mundo como vontade e representação é a grande obra de Schopenhauer, composta por quatro livros (mais o apêndice da crítica da filosofia kantiana), e publicada em 1819. O primeiro livro é dedicado à teoria do conhecimento; o segundo, à filosofia da natureza; o terceiro, à metafísica do belo; e o último, à ética . Toda sua produção posterior pode ser definida como comentários e acréscimos aos temas ali tratados. "O mundo é a minha representação": com estas palavras Schopenhauer inicia essa sua principal obra filosófica. A tese básica de sua concepção filosófica é a de que o mundo só é dado à percepção como representação: o mundo, pois, é puro fenômeno ou representação. O centro e a essência do mundo não estão nele, mas naquilo que condiciona o seu aspecto exterior, na "coisa em si" do mundo, a qual Schopenhauer denomina "vontade" (o mundo por um lado é representação e por outro é vontade). O mundo como representação é a "objetividade" da vontade (vontade feita objeto - submetida ao princípio formal do conhecimento, o princípio de razão). Essa objetividade se faz em diferentes graus, passando pelas forças básicas da natureza, pelo mundo orgânico, pelas formas de vida primitivas e avançadas, até chegar no grau de objetividade mais alto por nós conhecido, o ser humano. Entre o objeto e a vontade há um intermediário, o qual Schopenhauer identifica com a "idéia platônica". A idéia é a "objetivação adequada da vontade" em determinado grau de objetivação. Esses graus crescem em complexidade, cada um objetivando a vontade de forma mais completa e detalhada. Mas a totalidade do mundo como representação, a qual é o "espelho da vontade" só existe na manifestação concomitante e recíproca das diferentes idéias, as quais disputam a matéria escassa para manifestarem suas respectivas características. As formas superiores assimilam as inferiores e as subjulgam ("assimilação por dominação"), até que elas próprias são vencidas pela resistência das inferiores e sucumbem (eis a morte), devolvendo a elas a matéria delas retirada e permitindo-lhes expressar as suas características a seu próprio serviço (eis o ciclo da natureza). Entre todas as idéias, e portanto entre todas as formas de vida e forças naturais, mantém-se "guerra eterna". Devido a essa eterna luta, os objetos nunca conseguem expressar suas respectivas idéias de forma perfeita, eles apresentam-se sempre com um certo "turvamento" (é por isso que apenas as idéias são objetividades adequadas da vontade). "No terceiro livro estuda-se a arte, a qual permite o conhecimento da representação independentemente do princípio de razão. No momento da contemplação estética o objeto preenche completamente a consciência do sujeito. A conseqüência objetiva é o conhecimento completamente objetivo do objeto, o qual passa a categoria de idéia (objetividade adequada da vontade); a conseqüência subjetiva é o auto-esquecimento do indivíduo, o qual passa a categoria de pura faculdade cognitiva (puro sujeito do conhecimento), daí (desse auto-esquecimento, quando o conhecimento liberta o indivíduo de sua vontade) provém a satisfação proporcionada pela contemplação estética. Quanto mais belo for um objeto mais próximo ele está de expressar a sua respectiva idéia, livre de turvamentos. O autor estuda diversas formas de arte, buscando demonstrar que todas elas buscam permitir o conhecimento das objetividades adequadas da vontade (idéias, no sentido platônico, não kantiano), das mais simples às mais complexas. "É no quarto livro que Schopenhauer se revelará uma fonte para o existencialismo e para o niilismo. A questão aqui é "a grande questão" já levantada pelo famoso verso de Hamlet: ser ou não ser? O filósofo começa investigando a vida e a morte e como uma anula a outra por meio da procriação, garantindo a sobrevivência da espécie (e a continuação da expressão da idéia). Depois estuda a liberdade; conclui que a mesma, no sentido rigoroso do termo, restringe-se à coisa em si (a vontade) e que todo fenômeno, sempre submetido ao princípio de razão, não é livre. É apenas em um caso que a liberdade da vontade penetra no fenômeno: quando este se nega, chega a renúncia ascética (negação da vontade). Antes de descrever melhor o que é "afirmação da vontade" e "negação da vontade" o autor escreveu aquelas célebres páginas (capítulos 56 a 58) em que tenta demonstrar que "a dor não se interrompe" e que "toda vida é sofrimento". A afirmação da vontade ocorre quando o conhecimento do mundo torna-se um motivo para se fazer de forma mais intensiva o que já se fazia naturalmente. No caso da negação o conhecimento do mundo torna-se um "quietivo" da vontade, levando-a, no caso extremo, à renúncia ascética (à abnegação e à santidade). O autor estuda como as diferentes relações entre vontade, conhecimento e sofrimento (quer conhecido quer sentido) podem levar aos diferentes caráteres: cruel, mal, egoísta (que é o natural, aqueles que todos possuem conforme a natureza), justo, bom, e santo. Por fim, Schopenhauer faz uma apologia da santidade como o único caminho para libertar a vida de suas dores e levar à "redenção do mundo".
- İstenç ve Tasarım olarak Dünya veya özgün ismiyle Die Welt als Wille und Vorstellung Alman filozof Arthur Schopenhauer'in ilk kez 1819 basılmış felsefî eseridir . Schopenhauer'in felsefî düşüncelerinin temelini ve odağını oluşturan bu eser aynı zamanda onun başyapıtı olarak görülür.
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- The World as Will and Representation (Die Welt als Wille und Vorstellung) is the central work of German philosopher Arthur Schopenhauer. It was published in December 1818.
- Die Welt als Wille und Vorstellung (1819) ist das Hauptwerk des deutschen Philosophen [[Arthur Schopenhauer (1788-1860). Die zweite Auflage (1844) besteht aus zwei Bänden, wobei bereits der erste Band die [[Philosophie vollständig darstellt und der zweite Band als Vertiefung eben derselben verstanden werden kann. Fremdsprachige Zitate finden sich relativ häufig und werden in der Regel nicht übersetzt.
- El mundo como voluntad y representación (Die Welt als Wille und Vorstellung, en el original alemán) es el título de la obra capital del filósofo alemán Arthur Schopenhauer. Fue publicada por primera vez en 1819, por la editorial Brockhaus, de Leipzig. El libro es considerado la más elaborada manifestación del pesimismo filosófico y ha influido en multitud de pensadores y escritores, de la categoría de Freud, Nietzsche, Popper, Cioran y Borges, entre otros.
- Le monde comme volonté et comme représentation (Die Welt als Wille und Vorstellung est une œuvre majeure d'Arthur Schopenhauer, publiée pour la première fois en allemand en 1819.
- Il mondo come volontà e rappresentazione (Die Welt als Wille und Vorstellung, prima edizione 1819) è l'opera fondamentale di Arthur Schopenhauer, filosofo tedesco che influenzerà fortemente il pensiero di Friedrich Nietzsche e successivamente di Sigmund Freud, padre della moderna psicoanalisi. La prima edizione dell'opus maius schopenhaueriano ebbe pochissimo successo, tant'è vero che gran parte delle copie stampate finì al macero.
- Die Welt als Wille und Vorstellung, in het Nederlands De wereld als wil en voorstelling, is het belangrijkste werk van de Duitse filosoof Arthur Schopenhauer. Het verscheen in 1819 en werd in 1844 sterk uitgebreid. Om het werk te kunnen lezen, zo geeft de auteur aan, moet men zich eerst Kants filosofie eigen gemaakt hebben en Schopenhauers werk Über die vierfache Wurzel des Satzes vom zureichenden Grunde hebben gelezen.
- O mundo como vontade e representação é a grande obra de Schopenhauer, composta por quatro livros (mais o apêndice da crítica da filosofia kantiana), e publicada em 1819. O primeiro livro é dedicado à teoria do conhecimento; o segundo, à filosofia da natureza; o terceiro, à metafísica do belo; e o último, à ética . Toda sua produção posterior pode ser definida como comentários e acréscimos aos temas ali tratados.
- İstenç ve Tasarım olarak Dünya veya özgün ismiyle Die Welt als Wille und Vorstellung Alman filozof Arthur Schopenhauer'in ilk kez 1819 basılmış felsefî eseridir . Schopenhauer'in felsefî düşüncelerinin temelini ve odağını oluşturan bu eser aynı zamanda onun başyapıtı olarak görülür.
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