The Emperor: Downfall of an Autocrat, published in 1978, is Polish journalist Ryszard Kapuściński's analysis of the decline and fall of Haile Selassie's regime in Ethiopia. In 1974, while the Ethiopian Army was still busy consolidating power, Kapuściński "traveled to Ethiopia to seek out and interview Selassie's servants and closest associates on how the Emperor had ruled and why he fell. " In large part, the book is a study of the workings of a royal court.
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- The Emperor: Downfall of an Autocrat, published in 1978, is Polish journalist Ryszard Kapuściński's analysis of the decline and fall of Haile Selassie's regime in Ethiopia. In 1974, while the Ethiopian Army was still busy consolidating power, Kapuściński "traveled to Ethiopia to seek out and interview Selassie's servants and closest associates on how the Emperor had ruled and why he fell. " In large part, the book is a study of the workings of a royal court.
- Cesarz - reportaż Ryszarda Kapuścińskiego o Etiopii i dworze cesarskim Haile Selassie I za czasów monarchii konstytucyjnej oraz w momencie rewolucji. Pisarz nie ukazuje bohaterów nowego reżimu, którzy uwolnili kraj z pęt anachronicznej i przestępczej monarchii. Zamiast tego przedstawia relacje byłych członków dworskiej kamaryli, należących do cesarskiej świty. Zamiast efektownego i zapewne łatwo poruszającego wyobraźnię opisu poniżeń, jakich doznawał naród pod rządami cesarza, pisarz rekonstruuje obraz systemu i to oczyma ludzi pałacu. Ich beznamiętne relacje, naszpikowane pozornie nieważnymi szczegółami, składają się na wizerunek obalonego reżimu, będąc zarazem dowodami rzeczowymi, świadczącymi o jego zbrodniczości. Reportaż stał się świadectwem przeszłości, a także zjadliwą satyrą na system. I to nie tylko na system obowiązujący w cesarstwie Hajle Sellasje, ale w każdym kraju, kierującym się podobnymi zasadami ustrojowymi. Kapuściński przedstawia model reżimu autorytarnego, którego przykładem jest etiopski dwór i panujące na nim zasady nieczytelności kompetencji, niejawności decyzji, osobistego nadzoru Cesarza i jego boskiej nieomylności. Nie bez powodu upatrywano w "Cesarzu" pamfletu na totalitaryzm, a także odnajdywano w książce obraz stosunków w krajach tzw. realnego socjalizmu. Kapuścińskiemu udało się bowiem uchwycić wewnętrzną logikę totalitaryzmu, unikając zarazem bezpośrednich ocen, które pozostawił czytelnikowi.
- O Imperador: a queda de um autocrata, misto de romance histórico e narrativa jornalística, relata e analisa os últimos anos de governo do imperador Hailé Selassié, na Etiópia. O jornalista internacional Ryszard Kapuściński viajou ao país em 1974, época em que o exército etíope ainda estava consolidando um golpe no império de Selassié. Na busca por escrever sobre a vida e os bastidores do imperador e seu palácio, Kapuściński supostamente entrevistou os criados que circulavam nos aposentos reais e conviviam com o poder e excentricidades de Selassié. As narrativas em primeira pessoa dos súditos são sequenciais e são reproduzidas ao longo do livro, que é dividido em três partes: "O trono", "Avança, avança" e "A desintegração", que tratam, respectivamente, sobre os anos de poder; a transição para a queda; e os anos finais do império e da vida do imperador. Além dos relatos diretos das fontes entrevistadas, o livro conta com breves passagens em que o próprio autor explica os momentos de suas entrevistas assim como interpreta os fatos históricos em questão. Numa hábil mescla de fatos reais e ficção, os depoimentos de personagens não identificados e não identificáveis se confundem numa narrativa notavelmente homogênea, em que mal se distinguem as vozes dos personagens entre si. Os nomes dos supostos entrevistados são separados por iniciais, que não correspondem a nenhum real funcionário do palácio, e as expressões usadas se revestem de metáforas, ironias e imagens de estilo que denotam uma longa elaboração estilística. Descrevem pouco a pouco o esvaziamento da estrutura de poder em que se apoiava o regime de Selassié. O autor admitiu que o livro se tratava de uma metáfora sobre a Polônia estalinista de seus dias (os epítetos com que os personagens se referem ao imperador lembram mais os de Mao Tsé-Tung e Stálin do que os títulos do próprio Selassié), mas se estende para a interpretação do poder em si, tendo atingido um significado universal, aplicável a qualquer forma de autoridade em qualquer tempo e lugar. O livro alcança momentos de elevado valor literário com reflexões pungentes sobre o poder, sobre como ele molda as atitudes das pessoas, sobre como todos, desde o imperador até o mais ínfimo de seus súditos se tornaram seus escravos. Pela profundidade filosófica com que o tema é tratado "O Imperador" foi comparado ao "Príncipe" de Maquiavel.
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- Cesarz - reportaż Ryszarda Kapuścińskiego o Etiopii i dworze cesarskim Haile Selassie I za czasów monarchii konstytucyjnej oraz w momencie rewolucji. Pisarz nie ukazuje bohaterów nowego reżimu, którzy uwolnili kraj z pęt anachronicznej i przestępczej monarchii. Zamiast tego przedstawia relacje byłych członków dworskiej kamaryli, należących do cesarskiej świty.
- O Imperador: a queda de um autocrata, misto de romance histórico e narrativa jornalística, relata e analisa os últimos anos de governo do imperador Hailé Selassié, na Etiópia. O jornalista internacional Ryszard Kapuściński viajou ao país em 1974, época em que o exército etíope ainda estava consolidando um golpe no império de Selassié.
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