The Tenente revolts of 1922 and 1924–27 were uprisings led by junior army officers that contributed significantly to the Brazilian Revolution of 1930.

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  • Tenentismo nennt sich eine Serie von Rebellionen der jungen Offiziere des brasilianischen Militärs, welche mit der politischen Lage Brasiliens unzufrieden waren, zu Beginn der 1920er Jahre. Obwohl sie keine Ideologie befürworteten, teilten sich die militär-politischen Bewegungen, welche Strukturreformen an der Macht des Landes anstrebten, zur den folgenden drei auf: Anhänger der voto de cabresto (Wähler haben das Recht, öffentlich zu wählen), Anhänger der voto secreto (Geheimwahl), Anhänger der Reform der öffentlichen Bildung. Zu dieser Serie von brasilianischen Rebellionen gehörten die Revolta dos 18 do Forte de Copacabana am 5. Juli 1922, die Revolta Paulista von 1924 und die Coluna Prestes von 1925 bis 1927. Zwar war keine dieser Revolten erfolgreich. Sie bereiteten allerdings den Weg für die Revolução de 1930, welche tatsächlich einen Strukturwandel an der Macht des Landes bewirkte.
  • Tenentismo fue el nombre dado al movimiento político-militar y a la serie de rebeliones de jóvenes oficiales (en la mayoría, tenientes) del Ejército Brasileño en el inicio de la década de 1920, descontentos con la situación política de Brasil. Aunque no propugnaban ninguna ideología en particular, los movimientos políticos-militares, demandaban reformas en la estructura de poder del país, entre las cuales se destacaban el fin del "voto cautivo", institución del voto secreto y la reforma a la educación pública. Los movimientos tenentistas fueron: la Revolución del Fuerte de Copacabana de 1922, la Revolución Paulista y la Comuna de Manaos de 1924 y la Columna Prestes. El movimiento tenentista no consiguió producir resultados inmediatos en la estructura política del país, ya que ninguna de sus tentativas tuvo éxito, pero consiguió mantener viva la revolución contra el poder de las oligarquías, representada en la llamada política del café com leite. Por mientras, el tenentismo preparó el camino para la Revolución de 1930, que alteró definitivamente las estruturas políticas en Brasil.
  • Tenentismo foi o nome dado ao movimento político-militar e à série de rebeliões de jovens oficiais de baixa e média patente do Exército Brasileiro no início da década de 1920, descontentes com a situação política do Brasil. Não declaravam nenhuma ideologia, propunham reformas na estrutura de poder do país, entre as quais se destacam o fim do voto de cabresto, instituição do voto secreto e a reforma na educação pública. Os movimentos tenentistas foram: a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana em 1922, a Revolução de 1924 e a Comuna de Manaus de 1924 e a Coluna Prestes. O movimento tenentista não conseguiu produzir resultados imediatos na estrutura política do país, já que nenhuma de suas tentativas teve sucesso, mas conseguiu manter viva a revolta contra o poder das oligarquias, representada na Política do café com leite. No entanto, o tenentismo preparou o caminho para a Revolução de 1930, que alterou definitivamente as estruturas de poder no país. O Movimento Tenentista surgiu nos quartéis espalhados em todo território nacional a partir da década de 1920. Segundo Paulo Assiz Pinheiro em "Estratégias da Ilusão" em 5 de julho de 1922 ocorre a primeira revolta que tem uma forte influência dos tenentes, conhecida como os 18 do Forte, que se opunha à posse do presidente eleito Arthur Bernardes. Deste movimento participaram o Capitão Hermes da Fonseca Filho, o Tenente Eduardo Gomes, o Tenente Siqueira Campos entre outros. Na Marinha do Brasil se destacaram os tenentes Protógenes Pereira Guimarães, Ernani do Amaral Peixoto e Augusto do Amaral Peixoto. Debelada a revolta ressurge o movimento armado em 5 de julho de 1924 em São Paulo. O qual consegue dominar a capital do estado e é dirigido pelo General Isidoro Dias Lopes. Essas tropas tenentistas retiram-se da capital de São Paulo, mas de armas na mão. Percorrem todo o interior do Brasil, no Rio Grande do Sul receberam a adesão de novos sublevados, como a do Capitão Luís Carlos Prestes. Quando passaram pela Paraíba enfrentaram as tropas do Padre Aristides Ferreira da Cruz, chefe político de Piancó, o qual é derrotado e assassinado. A esta altura participam entre outros, Djalma Soares Dutra, Juarez Távora, Cordeiro de Farias, João Alberto e Miguel Costa. Na sua maioria eram tenentes ou patentes mais graduadas. A Coluna Prestes, como passou a ser chamada, após dois anos de luta enfrentando tropas governistas e tropas de Polícias Estaduais, além de “Provisórios” armados às pressas no sertão do nordeste. Passaram dois anos, sempre se deslocando de um lugar para outro e terminaram se internando na Bolívia. O Tenentismo passa a participar da Aliança Liberal em 1929 com exceção de Luís Carlos Prestes. A Aliança Liberal era formada pelos presidentes de Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraíba. A Aliança pregava a justiça trabalhista, o voto secreto e o voto feminino. O Tenentismo em sua grande maioria apoiou este movimento e, depois da vitória e posse de Getúlio Vargas, vários tenentes se tornaram interventores. Lúis Carlos Prestes não apoiou o movimento de 1930 pois aderira ao comunismo em maio daquele ano. Siqueira Campos que seria um dos líderes falecera em acidente aéreo também em 1930. Este foi o caso de Juracy Magalhães na Bahia, Landri Sales no Piauí, Magalhães Almeida no Maranhão e Magalhães Barata no Pará, entre outros. O Tenentismo continua presente na vida pública nacional, mas tem uma divisão nessa época, uma minoria acompanha Luís Carlos Prestes e em 1937 a outra divisão no tenentismo, uma parte rompe com o Presidente Getúlio Vargas e passa para a oposição, é o caso de Juracy Magalhães, Juarez Távora, Eduardo Gomes, que se distanciam do poder. Alguns deles como Newton de Andrade Cavalcanti e Ernesto Geisel participaram da deposição de Getúlio Vargas em 1945. Após a vitória da Revolução de 1930, quase todos os governos dos estados brasileiros foram entregues aos tenentes, e a incapacidade dos tenentes de governar depois que assumiram o poder nos estados foi assim comentada pelo João Cabanas, um dos chefe da Revolução de 1924 e revolucionário de 1930, no seu livro "Fariseus da Revolução", de 1932, que escreveu sobre o tenente João Alberto Lins de Barros, que governou São Paulo, e os demais tenentes: Predefinição:Quote2 No texto acima, escrito em fevereiro de 1932, na frase ter provocado no povo paulista, um estado de alma equívoco e perigoso, o tenente João Cabanas, praticamente prevê a eclosão da Revolução de 1932, ocorrida poucos meses após o livro ter sido escrito. Em 1945, o tenentismo Anti-Getulista consegue depor o Ditador Getúlio Vargas e lança a candidatura do Brigadeiro Eduardo Gomes, um nome ligado sempre ao tenentismo, ao contrário do candidato vitorioso Eurico Gaspar Dutra, ex-ministro de Getúlio Vargas e que, inclusive, já havia demonstrado interesse pela aproximação do Brasil com as potências do Eixo http://www. cpdoc. fgv. br/nav_historia/htm/biografias/ev_bio_euricogaspardutra. htm. Em 1950 volta Eduardo Gomes sendo derrotado por Getúlio Vargas. E em 1955 o tenentismo disputa novamente com o nome do General Juarez Távora, um dos expoentes do tenentismo. Em 1964, quase todos os comandantes militares do golpe militar de 1964 eram ex tenentes de 1930 como Cordeiro de Farias, Ernesto Geisel, Eduardo Gomes, Castelo Branco, Médici, Juraci Magalhães e Juarez Távora. O Tenentismo viveu até quando morreram os seus membros, ou seja, em torno de 1970. Predefinição:Ref-section
  • The Tenente revolts of 1922 and 1924–27 were uprisings led by junior army officers that contributed significantly to the Brazilian Revolution of 1930.
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  • The Tenente revolts of 1922 and 1924–27 were uprisings led by junior army officers that contributed significantly to the Brazilian Revolution of 1930.
  • Tenentismo nennt sich eine Serie von Rebellionen der jungen Offiziere des brasilianischen Militärs, welche mit der politischen Lage Brasiliens unzufrieden waren, zu Beginn der 1920er Jahre.
  • Tenentismo fue el nombre dado al movimiento político-militar y a la serie de rebeliones de jóvenes oficiales (en la mayoría, tenientes) del Ejército Brasileño en el inicio de la década de 1920, descontentos con la situación política de Brasil.
  • Tenentismo foi o nome dado ao movimento político-militar e à série de rebeliões de jovens oficiais de baixa e média patente do Exército Brasileiro no início da década de 1920, descontentes com a situação política do Brasil. Não declaravam nenhuma ideologia, propunham reformas na estrutura de poder do país, entre as quais se destacam o fim do voto de cabresto, instituição do voto secreto e a reforma na educação pública.
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