The Riograndense Republic, often called Piratini Republic (Portuguese: República Rio-Grandense or República do Piratini), was a de facto state that existed between September 11, 1836 and March 1, 1845 roughly coinciding with the present state of Rio Grande do Sul, in Brazil. Although never recognised as a self-governing state, it voted itself a Constitution in 1843. It was recognized only by Uruguay and Britain. Independence was proclaimed by Antônio de Souza Neto, who assigned Bento Gonçalves da Silva as its first president during the rebellion which became the Ragamuffin War.

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  • La República Riograndense o República de Río Grande, también conocida como República de Piratini, resultó del conflicto separatista - Revolución Farroupilha - ocurrido entre 1835 y 1845 en la entonces Provincia de Río Grande del Sur en el sur del Brasil. Los principales líderes riograndenses eran estancieros gaúchos, que habían aprendido el arte de la guerra en las guerras platinas, más precisamente en la Guerra del Brasil, como Bento Gonçalves. (es)
  • Die Riograndensische Republik oder Republik Piratini (Portugiesisch: República Rio-Grandense oder República do Piratini) war ein Staat im südlichen Brasilien. Sie wurde am 11. September 1836 nach der Schlacht von Ceibal im Rahmen einer Abspaltung von Brasilien geschaffen und durch General Antônio de Sousa Neto ausgerufen, der Bento Gonçalves da Silva zum Präsidenten bestimmte. Die Verfassung der Republik wurde 1843 in Alegrete verabschiedet. Hauptstadt war die Stadt Piratini. Sousa Neto führte die Republik durch die Farrapen-Revolution. Mit dem Vertrag von Poncho Verde, der die Farrapen-Revolution beendete, wurde die Republik Piratini am 1. März 1845 wieder aufgelöst; sie bildet seitdem den brasilianischen Bundesstaat Rio Grande do Sul. (de)
  • The Riograndense Republic, often called Piratini Republic (Portuguese: República Rio-Grandense or República do Piratini), was a de facto state that existed between September 11, 1836 and March 1, 1845 roughly coinciding with the present state of Rio Grande do Sul, in Brazil. Although never recognised as a self-governing state, it voted itself a Constitution in 1843. It was recognized only by Uruguay and Britain. Independence was proclaimed by Antônio de Souza Neto, who assigned Bento Gonçalves da Silva as its first president during the rebellion which became the Ragamuffin War. In 1839, the Piratini Republic formed a confederation with the short-lived Juliana Republic (República Juliana in Portuguese) which proclaimed its independence in the same year. November 1839, however, saw the war result in the defeat and disappearance of the Juliana Republic. The Riograndense Republic had five capitals during its nearly nine years of existence: the cities of Piratini (for which it is often called Piratini Republic), Alegrete, Caçapava do Sul (official capitals), Bagé (for only two weeks), and São Borja. The war between the Gaúchos and the Brazilian Empire was ended by the Ponche Verde Treaty. (en)
  • La Repubblica Riograndense, anche nota come Repubblica Piratini (in portoghese, República Rio-Grandense, conosciuta anche come República do Piratini) fu uno stato separatista dall'Impero brasiliano tra l'11 novembre 1836 e il 1º marzo 1845 in quello che ora è lo Stato brasiliano del Rio Grande do Sul. Già dal 1834 la provincia di Rio Grande do Sul era in aperta rivolta contro l'Impero brasiliano. Il 20 settembre 1835 inizia la rivoluzione Farrapos. Durante la Guerra dei Farrapos la provincia si costituì in Stato indipendente e fu proclamata, da Antônio de Sousa Netto, la Repubblica. Bento Gonçalves da Silva venne designato come primo Presidente. Nel 1839 la Repubblica si unì in una confederazione con la poco duratura República Juliana (proclamata nello stesso anno). Nel 1843 venne adottata la Costituzione repubblicana. La guerra contro l'Impero brasiliano fu condotta con il supporto determinante degli esuli stranieri che avevano combattuto nella Guerra argentino-brasiliana. (it)
  • La République Riograndense, parfois appelé La République Piratini (en portugais : República Rio-Grandense ou República do Piratini), était un État-nation sud-américaine qui a existé du 11 septembre 1836 au 1er mars 1845 dans l'espace geographique qui correspond à l'actuelle province du Rio Grande do Sul, au sud du Brésil. Bien qu'il n'ait jamais été reconnu comme un État autonome, il a voté une Constitution en 1843. (fr)
  • De Republiek Piratini, of Republiek Riograndense (Portugees: República do Piratini of República Riograndense of República Rio-Grandense), was een separatistische staat die tussen 11 september 1836 en 1 maart 1845 bestond in wat nu de staat Rio Grande do Sul in Brazilië is. De Republiek werd uitgeroepen door Antônio de Souza Netto en maakte deel uit van een bredere antimonarchistische opstand tegen de Braziliaanse keizer Peter II, de zogeheten Lompenoorlog. Bento Gonçalves da Silva werd de eerste president van de staat. De republiek werd voornamelijk bestuurd door buitenlanders, die in de Argentijns-Braziliaanse Oorlog (1825-1828) hadden gevochten; generaals die geen compromis tussen het Braziliaanse keizerrijk en de republikeinse opstandelingen wilden. In de bijna negen jaar dat de republiek bestond, waren er achtereenvolgens vijf verschillende hoofdsteden: Piratini, Alegrete, Caçapava do Sul (officiële hoofdsteden), Bagé (voor slechts twee weken) en São Borja. In juli 1839 vormde de Republiek Piratini een confederatie met de Republiek Juliana, die dat jaar werd uitgeroepen, maar die republiek zou maar vier maanden bestaan. In 1842 kreeg de Republiek Piratini een eigen grondwet. Nog geen drie jaar later zou de republiek dan toch de strijd niet meer aankunnen en werd het gebied krachtens het Verdrag van Ponche Verde weer onderdeel van Brazilië. (nl)
  • A República Rio-Grandense, também conhecida como República de Piratini, foi um Estado-nação não-reconhecido formado no extremo sul do Império do Brasil, em território equivalente ao atual estado do Rio Grande do Sul. O período constituiu sendo a mais longa revolta brasileira da história. Foi proclamada em 11 de setembro de 1836, pelo general Antônio de Sousa Neto, como consequência direta da vitória obtida por forças oligárquicas gaúchas na Batalha do Seival (1836), durante a Revolução Farroupilha (1835-1845). No entanto, o objetivo principal nunca foi proclamar um estado-nação próprio, e, portanto, separado do Estado brasileiro, mas sim mostrar ao Império do Brasil que as oligarquias gaúchas não estavam nem um pouco satisfeitas com os altos impostos. A bandeira oficial da República Rio-Grandense era composta pelas cores verde, amarelo e vermelho. Há duas versões para o motivo da composição da bandeira: uma versão explica que seriam as cores-símbolos do Brasil, o verde-amarelo, com o vermelho, que simboliza a república, entrecortando as mesmas; outra versão explica que o verde representava a mata dos pampas, o vermelho o ideal revolucionário, e o amarelo as riquezas do território gaúcho; e uma outra versão diz tratar-se o verde da bandeira portuguesa e o amarelo da bandeira espanhola (respectivamente, o mais importante colonizador e o segundo mais importante colonizador do território do estado do Rio Grande do Sul), entrecortados pela listra vermelha em vertical que seria símbolo de federação na região platina desde a época de José Gervásio Artigas (1764-1850). No entanto, o verde só seria adicionado à bandeira portuguesa em 1910, 65 anos depois do término da Revolução Farroupilha, o que descarta esta última versão. Da mesma forma, a atual bandeira do estado do Rio Grande do Sul vem a ter as mesmas cores, tendo sido adicionado o brasão da República Rio-Grandense no meio da bandeira. Os principais líderes sul-rio-grandenses eram estancieiros, que estavam insatisfeitos com os altos impostos sobre o charque e o couro, de modo que os mesmos produtos estrangeiros fossem mais baratos que os nacionais. A Constituição da República Rio-grandense foi aprovada em 1843, em Alegrete. No entanto, as oligarquias gaúchas se consideravam brasileiras, ainda que tivessem se rebelado por essa disparidade econômica. O mesmo acontecia com a população do Rio Grande do Sul, que também se considerava brasileira, ainda que tenham sido convencidos a lutar em favor dos estancieiros gaúchos, em função dos altos impostos sobre o charque e o couro, que prejudicavam diversos setores da economia local. Entre as principais cidades da então Província de São Pedro do Rio Grande do Sul que não aderiram aos revoltosos, está Porto Alegre, que por esse motivo recebeu do Império o título de "Leal e Valerosa Cidade de Porto Alegre", seu lema oficial até hoje. (pt)
  • Респу́блика Ри́у-Гра́нди (Рио-Грандская республика)(порт. República Rio-Grandense), также известная как Респу́блика Пирати́ни (порт. República do Piratini) — самопровозглашённое государство, существовавшее на территории Бразилии (ныне штат Риу-Гранди-ду-Сул) с 11 сентября 1836 года по 5 марта 1845 года. (ru)
  • Republika Rio-Grandense (port. República Rio-Grandense) – krótko istniejące państwo w Ameryce Południowej w latach 1836-1845. Nazywane także od stolicy Piratini w której zostało ustanowione Republiką Piratini. Istniało na obszarze dzisiejszego stanu Rio Grande do Sul. Powstanie państwa było skutkiem jednej z najdłuższych rewolt w historii Brazylii. Niepodległość została ogłoszona 11 września 1836 roku przez generała Antônio de Sousa Neto po zwycięskiej bitwie o Arroio Seival (dzisiejsza Candiota) podczas Powstania Farrapos. Urugwaj poprzez umowę wzajemnej współpracy uznał niepodległość. Głównymi przywódcami Republiki Rio-Grandense zostali lokalni farmerzy, którzy nauczyli się sztuki wojennej podczas wojny brazylijsko-argentyńskiej w latach 1825-1828, jak prezydent nowej republiki Bento Gonçalves da Silva. Konstytucja została ogłoszona w 1843 roku w Alegrete. (pl)
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  • La República Riograndense o República de Río Grande, también conocida como República de Piratini, resultó del conflicto separatista - Revolución Farroupilha - ocurrido entre 1835 y 1845 en la entonces Provincia de Río Grande del Sur en el sur del Brasil. Los principales líderes riograndenses eran estancieros gaúchos, que habían aprendido el arte de la guerra en las guerras platinas, más precisamente en la Guerra del Brasil, como Bento Gonçalves. (es)
  • La République Riograndense, parfois appelé La République Piratini (en portugais : República Rio-Grandense ou República do Piratini), était un État-nation sud-américaine qui a existé du 11 septembre 1836 au 1er mars 1845 dans l'espace geographique qui correspond à l'actuelle province du Rio Grande do Sul, au sud du Brésil. Bien qu'il n'ait jamais été reconnu comme un État autonome, il a voté une Constitution en 1843. (fr)
  • Респу́блика Ри́у-Гра́нди (Рио-Грандская республика)(порт. República Rio-Grandense), также известная как Респу́блика Пирати́ни (порт. República do Piratini) — самопровозглашённое государство, существовавшее на территории Бразилии (ныне штат Риу-Гранди-ду-Сул) с 11 сентября 1836 года по 5 марта 1845 года. (ru)
  • The Riograndense Republic, often called Piratini Republic (Portuguese: República Rio-Grandense or República do Piratini), was a de facto state that existed between September 11, 1836 and March 1, 1845 roughly coinciding with the present state of Rio Grande do Sul, in Brazil. Although never recognised as a self-governing state, it voted itself a Constitution in 1843. It was recognized only by Uruguay and Britain. Independence was proclaimed by Antônio de Souza Neto, who assigned Bento Gonçalves da Silva as its first president during the rebellion which became the Ragamuffin War. (en)
  • Die Riograndensische Republik oder Republik Piratini (Portugiesisch: República Rio-Grandense oder República do Piratini) war ein Staat im südlichen Brasilien. Sie wurde am 11. September 1836 nach der Schlacht von Ceibal im Rahmen einer Abspaltung von Brasilien geschaffen und durch General Antônio de Sousa Neto ausgerufen, der Bento Gonçalves da Silva zum Präsidenten bestimmte. Die Verfassung der Republik wurde 1843 in Alegrete verabschiedet. Hauptstadt war die Stadt Piratini. Sousa Neto führte die Republik durch die Farrapen-Revolution. (de)
  • La Repubblica Riograndense, anche nota come Repubblica Piratini (in portoghese, República Rio-Grandense, conosciuta anche come República do Piratini) fu uno stato separatista dall'Impero brasiliano tra l'11 novembre 1836 e il 1º marzo 1845 in quello che ora è lo Stato brasiliano del Rio Grande do Sul. La guerra contro l'Impero brasiliano fu condotta con il supporto determinante degli esuli stranieri che avevano combattuto nella Guerra argentino-brasiliana. (it)
  • De Republiek Piratini, of Republiek Riograndense (Portugees: República do Piratini of República Riograndense of República Rio-Grandense), was een separatistische staat die tussen 11 september 1836 en 1 maart 1845 bestond in wat nu de staat Rio Grande do Sul in Brazilië is. In juli 1839 vormde de Republiek Piratini een confederatie met de Republiek Juliana, die dat jaar werd uitgeroepen, maar die republiek zou maar vier maanden bestaan. (nl)
  • A República Rio-Grandense, também conhecida como República de Piratini, foi um Estado-nação não-reconhecido formado no extremo sul do Império do Brasil, em território equivalente ao atual estado do Rio Grande do Sul. O período constituiu sendo a mais longa revolta brasileira da história. Foi proclamada em 11 de setembro de 1836, pelo general Antônio de Sousa Neto, como consequência direta da vitória obtida por forças oligárquicas gaúchas na Batalha do Seival (1836), durante a Revolução Farroupilha (1835-1845). No entanto, o objetivo principal nunca foi proclamar um estado-nação próprio, e, portanto, separado do Estado brasileiro, mas sim mostrar ao Império do Brasil que as oligarquias gaúchas não estavam nem um pouco satisfeitas com os altos impostos. (pt)
  • Republika Rio-Grandense (port. República Rio-Grandense) – krótko istniejące państwo w Ameryce Południowej w latach 1836-1845. Nazywane także od stolicy Piratini w której zostało ustanowione Republiką Piratini. Istniało na obszarze dzisiejszego stanu Rio Grande do Sul. Powstanie państwa było skutkiem jednej z najdłuższych rewolt w historii Brazylii. Niepodległość została ogłoszona 11 września 1836 roku przez generała Antônio de Sousa Neto po zwycięskiej bitwie o Arroio Seival (dzisiejsza Candiota) podczas Powstania Farrapos. Urugwaj poprzez umowę wzajemnej współpracy uznał niepodległość. (pl)
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