In Yoruba orisha (also spelt orisa or orixa) veneration, Obàtálá, through the power of God, the Supreme Being, (called by various names in the Yoruba language such as Olodumare, Eledumare, Olofin-Orun, Eleda, and Olorun), made human bodies, and Olorun (God) breathed life into them. Obàtálá is also the owner of all ori or heads. Any orisha may lay claim to an individual, but until that individual is initiated into the priesthood of that orisha, Obàtálá still owns that head.

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  • In Yoruba orisha (also spelt orisa or orixa) veneration, Obàtálá, through the power of God, the Supreme Being, (called by various names in the Yoruba language such as Olodumare, Eledumare, Olofin-Orun, Eleda, and Olorun), made human bodies, and Olorun (God) breathed life into them. Obàtálá is also the owner of all ori or heads. Any orisha may lay claim to an individual, but until that individual is initiated into the priesthood of that orisha, Obàtálá still owns that head. This stems from the belief that the soul resides in the head. According to mythical stories Obatala created "defective" individuals while drunk on palm wine, making him the patron deity of such people. People born with congenital defects are called 'eni orisa': literally, "people of Obatala". He is also referred to as the orisha of the north. He is always dressed in white, hence the meaning of his name, Obatala (King or ruler of the white cloth). His worshippers strive to practice moral correctness as unblemished as his robe. In Candomblé, Obatalá (Oxalá) is the oldest "Orixa funfun" ("white deity"), referring to spiritual purity and pure light, both physically and symbolically as in the "light" of consciousness). In the Bahia State, Obatala has been syncretized with Our Lord of Bonfim and is the subject of a large syncretic religious celebration, the Festa do Bonfim, which takes place in January in the city of Salvador and includes the wash, with a special water, made with flowers, the stairs of the church. In Santería, "Regla de Ocha branch", Obàtálá has been syncretized with Our Lady of Mercy. According to mythical stories Obatala is the eldest of all orisha and was granted authority to create the earth. Before he could return to heaven and report to Olodumare however, his rival Oduduwa (also called Oduwa, Oodua, Odudua or Eleduwa), often described as his younger brother, usurped his position by taking the satchel and returning to heaven. A great feud ensued between the two that is re-enacted every year in Ile Ife, Nigeria. Ultimately, Oduduwa and his sons were able to rule without Obatala's consent. In Yoruba theology, Obatala must never be worshipped with palm wine, palm oil or salt. His worshippers may eat palm oil and salt, but never taste palm wine.
  • Obatala (Obàtálá; Orishanla; Òrìsànlá) ist in der Religion der Yoruba die große Schöpfergottheit, der die Menschen aus Lehm geformt (bzw. aus Metall gegossen, hier gehen die Meinungen auseinander) hat. Weil er dabei betrunken war, kam es auch zu Missbildungen. Nach einem Mythos soll er einst der einzige Orisha gewesen sein. Ein ungetreuer Diener zerschmetterte ihn mit einem Felsbrocken, worauf er in viele Teile zersprang, die alle zu Orishas wurden. Orunmila sammelte jedoch viele Teile und setzte sie wieder zusammen. Daraus wurde Orishanla, der „große Orisha“. Er ist der Orisha des Friedens und der Gnade, der Reinheit und der Gerechtigkeit. Sein Name Obatala bedeutet „Herr der weißen Kleidung“. Er ist der Patron der Missgebildeten, Behinderten, Verletzten und der Altersschwachen.
  • Obatala es una de las deidades de la religión yoruba. En la santería sincretiza con la Virgen de las Mercedes, patrona de Barcelona. También es llamado Oxalá u Ochalá.
  • Oxalá est une divinité du candomblé brésilien. Obatala est aussi la divinité de la vie et de la pureté Sa couleur est le blanc. Lui sont consacrés le lait et le lait de coco. Il préside la famille, l'enfance et la vieillesse. Ses femmes sont Nanan (Nanã en portugais brésilien) et Iemanjá. Le syncrétisme avec le catholicisme le réunit à Jésus Christ.
  • Obatala è il padre benevolo degli orisha e dell'umanità, l'unico che ha assistito alla creazione e a cui Oloddumare diede l'incarico di creare gli uomini stanco del lavoro svolto per la creazione dell'universo, anche perché il suo potere è troppo grande e li potrebbe distruggere.
  • Obatala [joruba, 'pan białych szat'] u Jorubów z Nigerii boski stwórca i pan nieba, ziemi i ludzi z woli boga najwyższego Oloruna. Uważany za męża Oduduwy oraz ojca między innymi Jemandży. Jako Oriszanla ['wielkie bóstwo'] stoi na czele wszystkich innych bóstw.
  • Oxalá é o Orixá associado à criação do mundo e da espécie humana. Apresenta-se de duas maneiras: moço – chamado Oxaguian, identificado no jogo do merindilogun pelo odu ejionile, e velho – chamado Oxalufan pelo odu ofune representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba oxala. Os símbolos do primeiro é uma idá (espada), "mão de pilão" e escudo. O do segundo é uma espécie de cajado em metal, chamado ôpá xôrô. A cor de Oxaguiam é o branco levemente mesclado com azul, a de Oxalufam é somente branco. O dia consagrado para ambos é a sexta-feira. Sua saudação é ÈPA BÀBÁ ! Oxalá é considerado e cultuado como o maior e mais respeitado de todos os Orixás do panteão africano. Simboliza a paz é o pai maior nas nações das religiões de tradição africana. É calmo, sereno, pacificador, é o criador, portanto respeitado por todos os Orixás e todas as nações. A Oxalá pertence os olhos que vêem tudo. Arquétipo dos filhos de OXALÁ As pessoas de Oxalá são calmas, responsáveis, reservadas e de muita confiança. Seus ideais são levados até o fim, mesmo que todas as pessoas sejam contrárias a suas opiniões e projetos. Gostam de dominar e liderar as pessoas. São muito dedicados, caprichosos, mantendo tudo sempre bonito, limpo, com beleza e carinho. Respeitam a todos mas exigem ser respeitados. Oxalá - Lendas Olodumaré entregou a Oxalá o saco da criação para que ele criasse o mundo. Porém essa missão não lhe dava o direito de deixar de cumprir algumas obrigações para outros Orixás e Exu, aos quais ele deveria fazer alguns sacrifícios e oferendas. Oxalá pôs a caminho apoiado em um grande cajado, o Paxorô. No momento em que deveria ultrapassar a porta do Orun, encontrou-se com Exu que, descontente porque Oxalá se negara a fazer suas oferendas, resolveu vingar-se provocando em Oxalá uma sede intensa. Oxalá não teve outro recurso senão o de furar a casca de um tronco de um dendezeiro para saciar a sua sede. Era o vinho de palma também conhecido como ("emu" e "oguro") o qual Oxalá bebeu intensamente, ficou bêbado, não sabia onde estava e caiu adormecido. Apareceu então Olófin Odùduà que vendo o grande Orixá adormecido roubou-lhe o saco da criação e em seguida foi a procura de Olodumaré, para mostrar o que teria achado e contar em que estado Oxalá se encontrava. Olodumaré disse então que “se ele esta neste estado vá você a Odùduà, vá você criar o mundo”. Odùduà foi então em busca da criação e encontrou um universo de água, e aí deixou cair do saco o que estava dentro, era terra. Formou-se então um montinho que ultrapassou a superfície das águas. Então ele colocou a galinha cujos pés tinham cinco garras. Ela começou a arranhar e a espalhar a terra sobre a superfície da água, onde ciscava cobria a água, e a terra foi alargando cada vez mais, o que em Yoruba se diz Ile`nfê expressão que deu origem ao nome da cidade Ilê-Ifê. Odùduà ali se estabeleceu, seguido pelos outros Orixás e tornou-se assim rei da terra. Quando Oxalá acordou, não encontrou mais o saco da criação. Despeitado, procurou Olodumaré, que por sua vez proibiu-o, como castigo a Oxalá e toda sua família, de beber vinho de palma e de usar azeite de dendê. Mas como consolo lhe deu a tarefa de modelar no barro o corpo dos seres humanos nos quais ele, Olodumaré insuflaria a vida. Oxalá Um dia Oxalufam, que vivia com seu filho Oxaguiam, velho e curvado por sua idade avançada, resolveu viajar a Oyo em visita a Xangô, seu outro filho. Foi consultar um babalaô para saber acerca da viagem. O adivinho recomendou-lhe não seguir viagem. Ela seria desastrosa e acabaria mal. Mesmo assim, Oxalufam, por teimosia, resolveu não renunciar à sua decisão. O adivinho aconselhou-o então a levar consigo três panos brancos, limo-da-costa ou sabão-da-costa, assim como a aceitar e fazer tudo que lhe pedissem no caminho e não reclamar de nada, acontecesse o que acontecesse. Seria uma forma de não perder a vida. Em sua caminhada, Oxalufam encontrou Exú três vezes. Três vezes Exú solicitou ajuda ao velho rei para carregar seu fardo, que acabava derrubando em cima de Oxalufam. Três vezes Oxalufam ajudou Exú, carregando seus fardos imundos. E por três vezes Exú fez Oxalufam sujar-se de sal, azeite de dendê e carvão. Três vezes Oxalufam ajudou Exú. Três vezes suportou calado as armadilhas de Exú. Três vezes foi Oxalufam ao rio mais próximo lavar-se e trocar suas vestes. Finalmente chegou a Oyó. Na entrada da cidade viu um cavalo perdido, que ele reconheceu como o cavalo que havia presenteado a Xangô. Tentou amansar o animal para amarrá-lo e devolvê-lo ao filho. Mas neste momento chegaram alguns súditos do rei à procura do animal perdido. Viram Oxalufam com o cavalo e pensaram tratar-se do ladrão do animal. Maltrataram e prenderam Oxalufam. Ele, sempre calado, deixou-se levar prisioneiro. Mas, por estar um inocente no cárcere, em terras do Senhor da Justiça, Oyó viveu por longos sete anos a mais profunda seca. As mulheres tornaram-se estéreis e muitas doenças assolaram o reino. Xangô desesperado, procurou um babalaô que consultou Ifá, descobrindo que um velho sofria injustamente como prisioneiro, pagando por um crime que não cometera. Xangô correu para a prisão. Para seu espanto, o velho prisioneiro era seu pai Oxalufam. Xangô ordenou que trouxessem água do rio para lavar o rei. O rei de Oyó mandou seus súditos vestirem-se de branco. E que todos permanecessem em silêncio. Pois era preciso, respeitosamente, pedir perdão a Oxalufam. Xangô vestiu-se também de branco e encarregou Airá que o carregasse o velho rei nas costas. Levou-o para as festas em sua homenagem e todo o povo saudava Oxalá e todo o povo saudava Xangô. Depois Oxalufam voltou para casa levado por Airá e quando chegou seu filho Oxaguiam ofereceu um grande banquete em celebração pelo retorno do pai.
  • I den afro-brasilianska candomblékulten bland ättlingarna till yorubaslavarna är Oxalá eller Oshala en fredsgud, fader till de andra gudarna. I candomblékultens mix av afrikanskt och katolskt framträder Oxalá som Kristus på korset med drag av den västafrikanske guden Orisha-Nla
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  • In Yoruba orisha (also spelt orisa or orixa) veneration, Obàtálá, through the power of God, the Supreme Being, (called by various names in the Yoruba language such as Olodumare, Eledumare, Olofin-Orun, Eleda, and Olorun), made human bodies, and Olorun (God) breathed life into them. Obàtálá is also the owner of all ori or heads. Any orisha may lay claim to an individual, but until that individual is initiated into the priesthood of that orisha, Obàtálá still owns that head.
  • Obatala (Obàtálá; Orishanla; Òrìsànlá) ist in der Religion der Yoruba die große Schöpfergottheit, der die Menschen aus Lehm geformt (bzw. aus Metall gegossen, hier gehen die Meinungen auseinander) hat. Weil er dabei betrunken war, kam es auch zu Missbildungen. Nach einem Mythos soll er einst der einzige Orisha gewesen sein. Ein ungetreuer Diener zerschmetterte ihn mit einem Felsbrocken, worauf er in viele Teile zersprang, die alle zu Orishas wurden.
  • Obatala es una de las deidades de la religión yoruba. En la santería sincretiza con la Virgen de las Mercedes, patrona de Barcelona. También es llamado Oxalá u Ochalá.
  • Oxalá est une divinité du candomblé brésilien. Obatala est aussi la divinité de la vie et de la pureté Sa couleur est le blanc. Lui sont consacrés le lait et le lait de coco. Il préside la famille, l'enfance et la vieillesse. Ses femmes sont Nanan (Nanã en portugais brésilien) et Iemanjá. Le syncrétisme avec le catholicisme le réunit à Jésus Christ.
  • Obatala è il padre benevolo degli orisha e dell'umanità, l'unico che ha assistito alla creazione e a cui Oloddumare diede l'incarico di creare gli uomini stanco del lavoro svolto per la creazione dell'universo, anche perché il suo potere è troppo grande e li potrebbe distruggere.
  • Obatala [joruba, 'pan białych szat'] u Jorubów z Nigerii boski stwórca i pan nieba, ziemi i ludzi z woli boga najwyższego Oloruna. Uważany za męża Oduduwy oraz ojca między innymi Jemandży. Jako Oriszanla ['wielkie bóstwo'] stoi na czele wszystkich innych bóstw.
  • Oxalá é o Orixá associado à criação do mundo e da espécie humana. Apresenta-se de duas maneiras: moço – chamado Oxaguian, identificado no jogo do merindilogun pelo odu ejionile, e velho – chamado Oxalufan pelo odu ofune representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba oxala. Os símbolos do primeiro é uma idá (espada), "mão de pilão" e escudo. O do segundo é uma espécie de cajado em metal, chamado ôpá xôrô.
  • I den afro-brasilianska candomblékulten bland ättlingarna till yorubaslavarna är Oxalá eller Oshala en fredsgud, fader till de andra gudarna. I candomblékultens mix av afrikanskt och katolskt framträder Oxalá som Kristus på korset med drag av den västafrikanske guden Orisha-Nla
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