An epithalamium (/ˌɛpᵻθəˈleɪmiəm/; Latin form of Greek ἐπιθαλάμιον epithalamion from ἐπί epi "upon," and θάλαμος thalamos nuptial chamber) is a poem written specifically for the bride on the way to her marital chamber. This form continued in popularity through the history of the classical world; the Roman poet Catullus wrote a famous epithalamium, which was translated from or at least inspired by a now-lost work of Sappho. According to Origen, Song of Songs might be an epithalamium on the marriage of Solomon with Pharaoh’s daughter.

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  • An epithalamium (/ˌɛpᵻθəˈleɪmiəm/; Latin form of Greek ἐπιθαλάμιον epithalamion from ἐπί epi "upon," and θάλαμος thalamos nuptial chamber) is a poem written specifically for the bride on the way to her marital chamber. This form continued in popularity through the history of the classical world; the Roman poet Catullus wrote a famous epithalamium, which was translated from or at least inspired by a now-lost work of Sappho. According to Origen, Song of Songs might be an epithalamium on the marriage of Solomon with Pharaoh’s daughter. (en)
  • El epitalamio es una poesía lírica, subgénero lírico griego imitado después por los romanos, consistente en un canto de boda. El nombre epitalamio es griego, compuesto sobre y tálamo (en griego θάλαμος) lecho nupcial. Se cantaba regularmente a la puerta de la habitación de los novios por coros de jóvenes y doncellas acompañados de flautas o de otros instrumentos suaves y armónicos. Entre quienes compusieron epitalamios en la antigüedad, se encuentra los poetas griegos Safo y Calímaco y el romano Catulo. (es)
  • Epithalamium oder Epithalamion (von griech. έπί epi bei und ϑάλαμος thálamos Schlafgemach; lat. epithalamium; dt. Hochzeitsgedicht, Brautlied; Plural: -ien) ist ein Gelegenheitsgedicht, verfasst und meist chorisch vorgetragen zur Feier einer Hochzeit.Die antike Form des Hochzeitsgedichts wird auch als Hymenaios (altgriechisch Ὑμέναιος, lateinisch Hymenaeus) bezeichnet. Dessen Personifikation in der griechischen Mythologie ist der Hochzeitsgott Hymenaios. (de)
  • L'épithalame (en grec ancien ἐπιθαλάμιον / epithalámion) est une sorte de poème lyrique composé chez les Anciens à l'occasion d'un mariage et à la louange des nouveaux époux. En Grèce, il était chanté par un chœur, soit de jeunes vierges seules, soit de jeunes filles[réf. nécessaire] et de jeunes garçons, avec accompagnement de danses. On le nommait aussi catakoemèse (de catakoimân, envoyer dormir). (fr)
  • L'epitalamio è un canto nuziale, un sottogenere lirico greco imitato più tardi dai Romani, destinato a celebrare in versi un matrimonio, presso la camera degli sposi. Originariamente, nella Grecia arcaica, si basò sulla ripetizione di un'invocazione religiosa, Imen o Imeneo, che poi infatti rimase nel ritornello delle varie strofe dei canti composti nelle epoche successive.. Non sono sopravvissuti nel tempo esempi di epitalami né dell'età antica greca né di quella classica, ad eccezione di quello di Saffo (VII secolo a.C.) composto per celebrare le nozze di Ettore e Andromaca, di argomento letterario e mitico. Composero celebri epitalami, oltre a Saffo, Callimaco e Teocrito, del quale ci è pervenuto interamente quello dedicato alle nozze di Menelao ed Elena. Per quanto riguarda i costumi dell'antica Roma, abbiamo documenti degli epitalami di Gaio Valerio Catullo, tra i quali quello di tipo alessandrino per le nozze di Peleo e Tetide. Oltre a questi epitalami, anche quelli di Claudiano e di Ausonio ispirarono i poeti delle epoche seguenti. Dopo il Medioevo, questo genere fu ripreso come altri generi classici durante il Rinascimento. Oltre al Tasso e al Marino, si ricordano epitalami famosi composti da Savioli e da Parini. L'epitalamio è anche usato per celebrare lauree e persino compleanni.Di recente, alla XLI edizione del concorso internazionale di letteratura di Terni "PREMIO SAN VALENTINO" è stato premiato con diploma d'onore l'epitalamio: "Epitalamio per una sposa", il 14 febbraio 2011, festa di San Valentino. Nella stessa edizione è stato premiato anche il componimento d'amore: "a Giulia nel 40° S.Valentino". I componimenti sono di Francesco Iorio, già autore di raccolte di poesie e di saggi vari su riviste scolastiche specializzate (Silloge "Fini", premiata all'XI gran premio Poesia di Pompei 1984 e al gran premio internazionale "Michele Avvisati di Fontanarosa", edizione 1982; "Fiori di campo e qualche cespuglio", 2005, poesie e qualche racconto). (it)
  • 祝婚歌(しゅくこんか) * 古代ギリシアが起源の西洋の詩、詩形。本項で詳述する。 * 日本の詩人、吉野弘の詩。 祝婚歌(epithalamium, エピタラミウム or epithalamion, エピタラミオン)は花嫁、とくに夫婦の部屋に行く途中の花嫁のために書かれた詩形を指す言葉。語源は、epi-(〜の)+thalamium(結婚式の部屋)。 (ja)
  • Epitalamium (łac. z gr. Epithalámios – pieśń weselna, od epí– na oraz thálamos – sypialnia małżeńska) – gatunek liryki chóralnej, pieśń na cześć nowożeńców, pierwotnie wykonywana przez chór młodych kobiet lub mężczyzn pod komnatą panny młodej lub sypialnią nowożeńców; później również każdy utwór pochwalny napisany z okazji ślubu. Greckie utwory tego typu pisywali m.in. Safona, Eurypides i Arystofanes. Tradycję kontynuowano w starożytnym Rzymie, gdzie wzbogacono tradycyjne epitalamium o pochwałę zalet młodożeńców i życzenia pomyślności i płodności. Wykształciło się tam także epitalamium epickie, zawierające również opowieść o historii uczucia pary młodej. Epitalamia w Rzymie tworzyli m.in. Klaudiusz Klaudianus i Katullus. W średniowieczu gatunek uległ silnej chrystianizacji – ślub traktowany był jako wydarzenie religijne, łączące dusze, wprowadzano także pochwałę dziewictwa i Marii. Oprócz tego pojawiały się również epitalamia świeckie. W okresie renesansu wykształciło się także epitalamium podzielone na role. Epitalamia tworzyli m.in. Ludovico Ariosto, Torquato Tasso, Giambattista Marino, Erazm z Rotterdamu, George Buchanan i Pierre de Ronsard. W Polsce epitalamium wzorowane na utworach starożytnych pojawiło się w XVI wieku, a jego geneza związana była z uroczystościami ślubnymi np. królewskimi, inspirującymi twórczość panegiryczną. W baroku twórczość taka podlegała ponadto często wpływom sielankowym. W Polsce epitalamia tworzyli m.in. Andrzej Krzycki, Jan Kochanowski i Wespazjan Kochowski. (pl)
  • Epitalâmio (do grego epithalámion - epi, sobre + thalamium, o tálamo, ou quarto nupcial), é um cântico nupcial de natureza religiosa, destinado a reivindicar para os noivos a bênção dos deuses, em especial de Himeneu, a divindade protetora dos enlaces matrimoniais. Consistia num elogio público e solene, dirigido ao cônjuge de maior condição social, preferencialmente recitado por um cantor e por um coro, que não deixavam de invocar os deuses para que concedessem aos nubentes a felicidade eterna. Originalmente, o epitalâmio era uma canção entoada no quarto da noiva na noite do casamento, para se distinguir do gamélio, cantado na cerimónia do casamento ou banquete e do hymenaios, cantado durante o cortejo dos recém-casados até à sua nova casa. Na Ilíada de Homero, encontramos uma descrição deste último canto (cf. 18.391-96). Ao epitalâmio que se celebrava por ocasião do casamento propriamente dito, chamava-se coemético; o que era cantado na manhã após a lua-de-mel, chamava-se egértico, pois a sua função era a de saudar o despertar do novo casal. Escreveram epitalâmios gregos Safo, Estesícoro e Teócrito. Veja-se o seguinte epitalâmio de Safo dedicado ao noivo: “De ambrosia / uma cratera / se excedia / — e Hermes, um cântaro, / vazava vinho aos deuses. / E todos os deuses erguiam as taças, / libando libavam / — e ao noivo felicidades auguravam.” (in Safo: Líricas em Fragmentos, trad. de Pedro Alvim, Vega, Lisboa, 1991). Safo havia de ser inspiração para os poetas latinos que cultivaram o género, como Catulo (Carmina, 61, 62, 64). Na literatura latina, destacam-se então os epitalâmios de Claudiano e Catulo, que eram ainda mais licenciosos do que o seu modelo grego. Não raro o epitalâmio latino é precedido de cânticos populares, com refrões jubilosos. Só no século XVI o género voltou a ser escrito, com destaque para o poeta inglês Spenser que nos legou Epithalamium (1595). Spencer cunhou o termo protalâmio, por analogia com epitalâmio, para designar a exaltação aos noivos antes do casamento (Prothalamion, 1597). Até ao século XVIII, o epitalâmio ainda conhece alguma fortuna nas literaturas europeias. Um caso raro na literatura contemporânea é o de Fernando Pessoa, cujo Ephitalamium - II (1913), pode ilustrar o género: “Afastai nas janelas a cortina breve / Que menos que à luz a vista só proscreve! / Olhai o vasto campo, como jaz luminoso / Sob o azul poderoso / E limpo, e como aquece numa ardência leve / Que na vista se inscreve! / Já a noiva acordou. Ah como tremer sente / O coração dormente! / Os seios dela arrepanham-se por dentro numa frieza de medo / Mais sentido por crescido nela, / E que serão por outras mãos que não as suas tocados / E terão lábios chupando os bicos em botão. / Ah, ideia das mãos do noivo já / A tocar lá onde as mãos dela tímidas mal tocam, / E os pensamentos contraem-se-lhe até ser indistintos. / Do corpo está consciente mas continua deitada. /.../” (in Poemas Ingleses, ed. bilingue, com tradução de Jorge de Sena, Ática, Lisboa, 1974). Fernando Pessoa comentou assim este epitalâmio: “O segundo poema, Epithalamium, representa o conceito romano do mundo sexual. É brutal, como todas as emoções coloniais, animalesco, como todas as coisas naturais, quando são secundárias, como eram para homens tais como os romanos, que eram animais a dirigirem um estado. Neste poema não há nenhuma metafísica. Neste poema não poderia haver perversidade. O cenário, como no poema Antinous, não se relaciona com o tema. Um vulgar casamento cristão fornece o cenário; contra este pouco imaginativo cenário negro faz-se destacar o instinto romano como um monstro nu nascido do mundo.” (in Pessoa por Conhecer - Textos para um Novo Mapa, ed. por Teresa Rita Lopes, Estampa, Lisboa, 1990). (pt)
  • Эпитала́ма или эпиталамион (от др.-греч. ἡ ἐπιθαλάμιος ῷδή — свадебная песнь) — свадебная песня у греков, а также римлян, которую пели перед невестой или в спальне новобрачных юноши и девы. В современной оперной музыке большой популярностью пользуется эпиталама для баритона из оперы Антона Рубинштейна «Нерон». (ru)
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  • An epithalamium (/ˌɛpᵻθəˈleɪmiəm/; Latin form of Greek ἐπιθαλάμιον epithalamion from ἐπί epi "upon," and θάλαμος thalamos nuptial chamber) is a poem written specifically for the bride on the way to her marital chamber. This form continued in popularity through the history of the classical world; the Roman poet Catullus wrote a famous epithalamium, which was translated from or at least inspired by a now-lost work of Sappho. According to Origen, Song of Songs might be an epithalamium on the marriage of Solomon with Pharaoh’s daughter. (en)
  • El epitalamio es una poesía lírica, subgénero lírico griego imitado después por los romanos, consistente en un canto de boda. El nombre epitalamio es griego, compuesto sobre y tálamo (en griego θάλαμος) lecho nupcial. Se cantaba regularmente a la puerta de la habitación de los novios por coros de jóvenes y doncellas acompañados de flautas o de otros instrumentos suaves y armónicos. Entre quienes compusieron epitalamios en la antigüedad, se encuentra los poetas griegos Safo y Calímaco y el romano Catulo. (es)
  • Epithalamium oder Epithalamion (von griech. έπί epi bei und ϑάλαμος thálamos Schlafgemach; lat. epithalamium; dt. Hochzeitsgedicht, Brautlied; Plural: -ien) ist ein Gelegenheitsgedicht, verfasst und meist chorisch vorgetragen zur Feier einer Hochzeit.Die antike Form des Hochzeitsgedichts wird auch als Hymenaios (altgriechisch Ὑμέναιος, lateinisch Hymenaeus) bezeichnet. Dessen Personifikation in der griechischen Mythologie ist der Hochzeitsgott Hymenaios. (de)
  • L'épithalame (en grec ancien ἐπιθαλάμιον / epithalámion) est une sorte de poème lyrique composé chez les Anciens à l'occasion d'un mariage et à la louange des nouveaux époux. En Grèce, il était chanté par un chœur, soit de jeunes vierges seules, soit de jeunes filles[réf. nécessaire] et de jeunes garçons, avec accompagnement de danses. On le nommait aussi catakoemèse (de catakoimân, envoyer dormir). (fr)
  • 祝婚歌(しゅくこんか) * 古代ギリシアが起源の西洋の詩、詩形。本項で詳述する。 * 日本の詩人、吉野弘の詩。 祝婚歌(epithalamium, エピタラミウム or epithalamion, エピタラミオン)は花嫁、とくに夫婦の部屋に行く途中の花嫁のために書かれた詩形を指す言葉。語源は、epi-(〜の)+thalamium(結婚式の部屋)。 (ja)
  • Эпитала́ма или эпиталамион (от др.-греч. ἡ ἐπιθαλάμιος ῷδή — свадебная песнь) — свадебная песня у греков, а также римлян, которую пели перед невестой или в спальне новобрачных юноши и девы. В современной оперной музыке большой популярностью пользуется эпиталама для баритона из оперы Антона Рубинштейна «Нерон». (ru)
  • L'epitalamio è un canto nuziale, un sottogenere lirico greco imitato più tardi dai Romani, destinato a celebrare in versi un matrimonio, presso la camera degli sposi. Originariamente, nella Grecia arcaica, si basò sulla ripetizione di un'invocazione religiosa, Imen o Imeneo, che poi infatti rimase nel ritornello delle varie strofe dei canti composti nelle epoche successive.. Composero celebri epitalami, oltre a Saffo, Callimaco e Teocrito, del quale ci è pervenuto interamente quello dedicato alle nozze di Menelao ed Elena. (it)
  • Epitalamium (łac. z gr. Epithalámios – pieśń weselna, od epí– na oraz thálamos – sypialnia małżeńska) – gatunek liryki chóralnej, pieśń na cześć nowożeńców, pierwotnie wykonywana przez chór młodych kobiet lub mężczyzn pod komnatą panny młodej lub sypialnią nowożeńców; później również każdy utwór pochwalny napisany z okazji ślubu. (pl)
  • Epitalâmio (do grego epithalámion - epi, sobre + thalamium, o tálamo, ou quarto nupcial), é um cântico nupcial de natureza religiosa, destinado a reivindicar para os noivos a bênção dos deuses, em especial de Himeneu, a divindade protetora dos enlaces matrimoniais. (pt)
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  • Epithalamium (en)
  • Epithalamium (de)
  • Epitalamio (es)
  • Epitalamio (it)
  • Épithalame (fr)
  • 祝婚歌 (ja)
  • Epitalamium (pl)
  • Epitalâmio (pt)
  • Эпиталама (ru)
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