Constantino of Braganza was the son of James, 4th Duke of Braganza from his second marriage. When he was 19 years old, he was appointed by King John III of Portugal as his special ambassador to the baptism ceremony of King Henry II of France's son. In 1558, he was appointed by the regent Catherine of Habsburg (King John III's widow) as the 20th Governor of Portuguese India, using also the title of 7th Viceroy. He left Lisbon on April 7, 1558, and arrived in Goa on September 3.

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  • Constantino of Braganza was the son of James, 4th Duke of Braganza from his second marriage. When he was 19 years old, he was appointed by King John III of Portugal as his special ambassador to the baptism ceremony of King Henry II of France's son. In 1558, he was appointed by the regent Catherine of Habsburg (King John III's widow) as the 20th Governor of Portuguese India, using also the title of 7th Viceroy. He left Lisbon on April 7, 1558, and arrived in Goa on September 3. He was a remarkable organizer of the local State, and he conquered Daman, Ceylon (nowadays known as Sri Lanka) and the island of Manar. His government in India took three years and eight days, and during that period he made important reforms. He was considered by the historian C. R. Boxer one of the most fanatic Portuguese governors of India together with Francisco Barreto. He protected the poet Luis Vaz de Camões, during his stay in India. He was later governor of Ribeira Grande, in the island of Santo Antão, Cape Verde, from 1562. Dom Constantino returned to Portugal, where he died single and without issue.
  • Constantino de Braganza y Mendonça. Noble de Portugal, fue 20º gobernador de la India (o 7º con el título de virrey) e hijo del duque Jaime I de Braganza y de Juana de Mendonça. Encabezó en 1548 una gran embajada al rey Enrique II de Francia. El triénio que pasó en Goa fue uu gobierno prodigioso. Conquistó Damão al rey de Cambaia, que fugó de la ciudad, y tomó también la fortaleza viziña de Balsar. habiendo llevado para Goa el «diente de Buda», adorado por los orientales, recusó el rescate que los creyentes le oferecian y luego devolvió el diente. En 1561 Constantino regresó a Portugal. Es considerado por el gran historiador C. R. Boxer como uno de los más fanáticos gobernadores portugueses en la India, como Francisco Barreto. Dice Boxer en «O Império colonial português (1415-1825», 2ª edición, página 89, que la «posición de la Iglesia Católica Romana en Portugal y en su império ultramarino era ya poderosa en 1550 y fue aún más reforzada por la Contrarreforma, a que Portugal adhirió inmediata e incondicionalmente. » Continua: Los padres tenían generalmente inmunidad; las Órdenes religiosas y la Iglesia poseían cerca de 1/3 de la tierra disponíble en Portugal y muchas de las mejores tierras de la India portuguesa. Los «padres y los prelados pasabam muchas veces la vida entera en Asia, teniendo así una influencia continua que contrastaba com los períodos trienales de permanencia de los virreyes y gobernadores . » « en una época profundamente religiosa, el império marítimo portugués en Asia puede ser descrito como una empresa militar y marítima moldada en una forma eclesiástica. » «Cuando algunos oficiales de la Corona protestaron contra el virrey, Constantino de Braganza, contra sus esfuerzos para convertir, de una manera o de otra, a los indígenas locales, explicando que de ese modo la colecta de los impuestos de la Corona seria dificultada, el le replicó, como príncipe muy cristiano, que prefería, para honra de la Hacienda Real y la glória de Su Alteza, la conversión de los canarim más pobres de aquella isla a todos los lucros obtenidos sobre aquellas tierras y de las carracas cargadas con pimienta, y que arriesgaría todo para la salvación duma só alma. Y no eran palabras sin fundamento», continua Boxer: «porque fue el mismo virrey que rechazo la oferta del rey de Pegu para pagar un rescate real por la relíquia sagrada del diente de Buda, de que el se había apoderado en Jafanapatão.
  • D. Constantino de Bragança foi 20. º governador da Índia (o 7º com o título de vice-rei), filho do duque de Bragança, Jaime, chefiou em 1548 uma grande embaixada ao rei de França. O triénio que passou em Goa foi um governo prodigioso. Conquistou Damão ao rei de Cambaia, que fugiu da cidade, e tomou também a fortaleza vizinha de Balsar. Tendo levado para Goa o «dente de Buda», adorado pelos orientais, recusou o resgate que os crentes lhe ofereciam e reduziu o dente a pó. Em 1561 D. Constantino regressou ao reino. É considerado pelo grande historiador C. R. Boxer como um dos mais fanáticos governadores portugueses na Índia, como Francisco Barreto. Diz Boxer em «O Império colonial português (1415-1825», 2ª edição, página 89, que a «posição da Igreja católica romana em Portugal e no seu império ultramarino era já poderosa em 1550 e foi ainda mais reforçada pela Contra-Reforma, a que Portugal aderiu imediata e incondicionalmente. » Continua ele: Os padres tinham geralmente imunidade; as Ordens religiosas e a Igreja possuíam cerca de 1/3 da terra disponível em Portugal e muitas das melhores terras da Índia portuguesa. Os «padres e os prelados passavam muitas vezes a vida inteira na Ásia, tendo assim uma influência contínua que contrastava com os períodos trienais de permanência dos vice-reis e governadores . » « numa época profundamente religiosa, o império marítimo português na Ásia pode ser descrito como uma empresa militar e marítima moldada numa forma eclesiástica. » «Quando alguns oficiais da Coroa protestaram junto do vice-rei, D. Constantino de Bragança, contra seus esforços para converter, de uma maneira ou de outra, os banianos locais, salientando que desse modo a colecta dos impostos da Coroa seria dificultada, ´ele replicou, como príncipe muito cristão, que preferia, para honra da Fazenda Real e glória de Sua Alteza, a conversão do canarim mais pobre daquela ilha a todos os lucros obtidos sobre aquelas terras e das carracas carregadas com pimenta, e que arriscaria tudo para a salvação duma só alma. ´ E não eram palavras sem fundamento», continua Boxer: «porque foi o mesmo vice-rei que rejeitou a oferta do rei de Pegu para pagar um resgate real pela relíquia sagrada do dente de Buda, de que ele se tinha apoderado em Jafanapatão, e que foi publicamente reduzida a pó, com o auxílio de um almofariz e de um pilão, pelo arcebispo de Goa. »
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  • 1853 (Portugal) 1889 (Brazil)
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  • Most Serene House of Braganza
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  • Constantino of Braganza was the son of James, 4th Duke of Braganza from his second marriage. When he was 19 years old, he was appointed by King John III of Portugal as his special ambassador to the baptism ceremony of King Henry II of France's son. In 1558, he was appointed by the regent Catherine of Habsburg (King John III's widow) as the 20th Governor of Portuguese India, using also the title of 7th Viceroy. He left Lisbon on April 7, 1558, and arrived in Goa on September 3.
  • Constantino de Braganza y Mendonça. Noble de Portugal, fue 20º gobernador de la India (o 7º con el título de virrey) e hijo del duque Jaime I de Braganza y de Juana de Mendonça. Encabezó en 1548 una gran embajada al rey Enrique II de Francia. El triénio que pasó en Goa fue uu gobierno prodigioso. Conquistó Damão al rey de Cambaia, que fugó de la ciudad, y tomó también la fortaleza viziña de Balsar.
  • D. Constantino de Bragança foi 20. º governador da Índia (o 7º com o título de vice-rei), filho do duque de Bragança, Jaime, chefiou em 1548 uma grande embaixada ao rei de França. O triénio que passou em Goa foi um governo prodigioso. Conquistou Damão ao rei de Cambaia, que fugiu da cidade, e tomou também a fortaleza vizinha de Balsar. Tendo levado para Goa o «dente de Buda», adorado pelos orientais, recusou o resgate que os crentes lhe ofereciam e reduziu o dente a pó. Em 1561 D.
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