The Brabham BT55 was a Formula One racing car designed by Gordon Murray and David North for the Brabham team owned by Bernie Ecclestone. It used a BMW four-cylinder turbocharged engine tilted over on its side to allow a clear supply of air to the rear wing. The car competed during the 1986 Formula One season. It was not successful and its introduction coincided with the end of Brabham's time as a competitive team. Murray's next car (which he helped Steve Nichols design), McLaren's MP4/4, is usually claimed to be based on the same principles and won 15 of 16 races in 1988.

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  • Pour les articles homonymes, voir Brabham (homonymie).Brabham BT55 Chronologie des modèles (1985-1986) Brabham BT54 Brabham BT56 La Brabham BT55, est une monoplace construite par Brabham Racing Organisation et engagée en Formule 1 en 1986. Elle n'a signé ni meilleur tour en course, ni pole position, ni victoire. * Portail de la Formule 1 Portail de la Formule 1 * Portail des années 1980 Portail des années 1980 * Portail du Royaume-Uni Portail du Royaume-Uni * Portail de l’automobile Portail de l’automobile (fr)
  • La Brabham BT55 è una vettura monoposto impiegata in Formula 1, portata in gara dal team Brabham nel 1986. Progettata da Gordon Murray la BT55 non ottenne alcun successo e a fine stagione poté contare solo due punti, ma fu alla base della progettazione della McLaren MP4/4 che nel 1988 vinse 15 gare su 16. I piloti erano Riccardo Patrese ed Elio De Angelis, poi sostituito da Derek Warwick. (it)
  • ブラバム・BT55 (Brabham BT55) は、ブラバムが1986年のF1世界選手権に投入したフォーミュラ1カー。デザイナーのゴードン・マレーがブラバムで最後に設計したマシンである。 (ja)
  • O BT55 é o modelo utilizado da Brabham na temporada de 1986 de F-1. Condutores: Riccardo Patrese, Elio de Angelis e Derek Warwick conduziram o modelo. Foi o projeto mais radical de Gordon Murray em toda a história da sua carreira na Brabham. Alcunhado de “Skate” pela imprensa especializada, contribuiu para o seu declínio e posterior desaparecimento da equipe comandada por Bernie Ecclestone, e foi também o projeto final de Murray antes de rumar para a McLaren. Desde que Murray projetou o Brabham BT52 em 1983, e que dera o título de pilotos a Nelson Piquet, os projetos seguintes eram de certa forma uma continuidade desse projeto vencedor, com o motor BMW Turbo de quatro cilindros em linha L4. Murray sentia que, com o BT54, de 1985, tinha chegado ao seu limite aerodinâmico. E nesse ano, a Brabham não tinha tido uma grande temporada, vencendo apenas uma corrida e conseguindo o quinto lugar no Mundial de Construtores. Assim sendo, Murray tinha de fazer uma abordagem totalmente radical em relação ao resto do pelotão, se queria recuperar alguma da competitividade. E foi aí que surgiu o modelo BT55. O conceito do BT55 seria simples: aumentar o “downforce” da asa traseira, baixando o centro de gravidade do carro. Para fazer isso, teria de fazer deitar o piloto e o motor, retirando o obstáculo que existia atrás do piloto, que era o motor. Neste caso, o motor BMW era muito alto em relação a outros e ele pretendeu fazê-lo “deitar” no sentido de fazer o carro mais eficiente e alcançar os seus objetivos. Quanto à nova posição de pilotagem, era a recuperação de algo que existia nos anos 60, mas que se tinha modificado nos chassis dos anos 80 para uma posição mais elevada. Murray tinha em Nelson Piquet um aliado precioso, pois Piquet sempre teve a obsessão pelas mais baixas posições de pilotagem. Nos seus tempos de Formula 3, costumava-se deitar ainda mais dentro do seu Ralt, para ganhar umas centenas de RPM na reta de Silverstone. Foi com essa mania que uns anos mais tarde, quando se mudou para a Williams em 1986, que ele pediu para Patrick Head lhe fazer um chassis mais baixo. Quando Nigel Mansell descobriu, até chegou a pilotar um FW11B sem assento, baixando a sua posição pouco mais de 1 cm, e com isso ganhar uns 25 kg de apoio aerodinâmico. Uma coisa positiva houve a pertir deste projecto - a partir daqui, as posições de pilotagem passariam a ser mais deitadas. Além da saída de Nelson Piquet, após sete anos de bons serviços a Bernie Ecclestone, o outro piloto da equipe, o suíço Marc Surer, foi para a Arrows. No seu lugar chamaram dois italianos: Riccardo Patrese, que estava de volta à equipa após duas temporadas na Alfa Romeo, que tinha abandonado a competição no final da época anterior, e Elio de Angelis, que tinha vindo da Lotus. Nos testes de pré-temporada, cedo se viu que o carro gerava uma enorme “downforce”, tal como Murray previra. Mas também se viu que os níveis de arrasto eram perigosamente altos, prejudicando as performances do carro. Apesar de cedo se ter revelado esse problema, resolvê-lo tornou-se numa tarefa difícil, ao qual o motor BMW não ajudava muito logo. Assim sendo, Patrese e De Angelis tomaram consciência de que esta seria uma temporada com dificuldades, pois tudo era novo. Até na maneira como os pilotos deveriam conduzir… Anos depois, Gordon Murray explicou as razões pelas quais o carro não funcionou como devia: “Tive uma abordagem demasiado ambiciosa em relação ao carro. O motor era demasiado alto para aquilo que queremos, e quando baixamos o motor, não funcionava tão eficazmente quanto queríamos. Para além disso, tivemos demasiados problemas com o Turbo, com incontáveis falhas de óleo, e uma má distribuição de peso.” Quando a temporada começou, as performances eram modestas e as desistências eram normalmente o destino dos carros de De Angelis e Patrese. Nas quatro primeiras corridas do ano, ambos só tinham chegado ao fim por uma vez: 8º em Jacarépaguá para o piloto de Roma, 6º em Ímola para o piloto de Padova (primeiro ponto na temporada). Um outro problema percebido posteriormente foi que os pneus eram os mesmos dos outros carros e continuavam a ter a mesma percentagem - cerca de 60% - da área frontal. O BT55 conseguiu aumentar o apoio entre 22 e 32%, comparado com o BT54, mas com a pesada penalização de um grande arrasto. Por isso era excessivamente lento em retas. E foi na tentativa de melhorar as performances do carro que Elio de Angelis falece em Paul Ricard, no dia 15 de Maio de 1986. Em uma sessão de treinos o carro de Elio De Angelis perde a asa traseira em plena reta, fica fora de controle e bate de cabeça para baixo no guard-rail, provocando um incêndio. A infra-estrutura de socorros era pequena e alguns pilotos e mecânicos tiveram que combater as chamas e a tirá-lo do carro. Infelizmente, o italiano tinha ficado sufocado com as chamas e a falta de oxigénio subsequente e tinha sofrido danos cerebrais irreversíveis. Morreria no dia seguinte, no hospital de Marselha, aos 28 anos de idade. Em choque, a Brabham tinha que procurar um substituto. Essa vaga foi colmatada pelo inglês Derek Warwick, que nessa altura estava na equipe de Protótipos da Jaguar, depois de ter ficado sem lugar na Formula 1 com a retirada da equipe Renault no ano anterior (1985). Ao longo da época, as falhas continuavam a acontecer: O motor BMW Turbo nunca tinha funcionado bem na sua nova posição, a caixa de velocidades, que tinha sofrido alterações radicais, era pouco confiável. Assim sendo, as quebras eram normais. E para piorar as coisas, as relações entre Murray e Ecclestone tinham se degradado, especialmente depois da morte de Elio de Angelis. “Para piorar as coisas, ao longo da temporada, Ecclestone, que nada percebe de técnica, decidiu interferir nos aspectos técnicos. Eu, que nos 15 anos anteriores nunca tinha tido uma conversa desse calibre… provavelmente devia ter sido devido ao seu envolvimento na direcção da Formula 1. Sendo assim, no final da temporada, aceitei o convite da McLaren e terminei a minha colaboração com a equipa.” Murray aceita o convite de Ron Dennis para projetar os seus bólidos, mas o conceito do BT55 não lhe sai da sua cabeça. Determinado para provar que a sua abordagem estava certa, mas os materiais estavam errados, a meio de 1987 começa a desenhar o carro para a temporada seguinte, a primeira com o motor Honda. E esse cerro era o McLaren MP4/4, que nas mãos capazes de Alain Prost e Ayrton Senna, quase monopolizou a temporada de 1988, uma das mais dominadoras de sempre na história da categoria máxima do automobilismo. (pt)
  • The Brabham BT55 was a Formula One racing car designed by Gordon Murray and David North for the Brabham team owned by Bernie Ecclestone. It used a BMW four-cylinder turbocharged engine tilted over on its side to allow a clear supply of air to the rear wing. The car competed during the 1986 Formula One season. It was not successful and its introduction coincided with the end of Brabham's time as a competitive team. Murray's next car (which he helped Steve Nichols design), McLaren's MP4/4, is usually claimed to be based on the same principles and won 15 of 16 races in 1988. (en)
  • Brabham BT55 – samochód Formuły 1, skonstruowany przez Brabhama na sezon 1986. Kierowcami bolidu byli Riccardo Patrese, Elio de Angelis i Derek Warwick. (pl)
  • Brabham BT55 — гоночный автомобиль команды Формулы-1 Motor Racing Developments, выступавший в сезоне 1986 года. (ru)
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  • Pour les articles homonymes, voir Brabham (homonymie).Brabham BT55 Chronologie des modèles (1985-1986) Brabham BT54 Brabham BT56 La Brabham BT55, est une monoplace construite par Brabham Racing Organisation et engagée en Formule 1 en 1986. Elle n'a signé ni meilleur tour en course, ni pole position, ni victoire. * Portail de la Formule 1 Portail de la Formule 1 * Portail des années 1980 Portail des années 1980 * Portail du Royaume-Uni Portail du Royaume-Uni * Portail de l’automobile Portail de l’automobile (fr)
  • La Brabham BT55 è una vettura monoposto impiegata in Formula 1, portata in gara dal team Brabham nel 1986. Progettata da Gordon Murray la BT55 non ottenne alcun successo e a fine stagione poté contare solo due punti, ma fu alla base della progettazione della McLaren MP4/4 che nel 1988 vinse 15 gare su 16. I piloti erano Riccardo Patrese ed Elio De Angelis, poi sostituito da Derek Warwick. (it)
  • ブラバム・BT55 (Brabham BT55) は、ブラバムが1986年のF1世界選手権に投入したフォーミュラ1カー。デザイナーのゴードン・マレーがブラバムで最後に設計したマシンである。 (ja)
  • The Brabham BT55 was a Formula One racing car designed by Gordon Murray and David North for the Brabham team owned by Bernie Ecclestone. It used a BMW four-cylinder turbocharged engine tilted over on its side to allow a clear supply of air to the rear wing. The car competed during the 1986 Formula One season. It was not successful and its introduction coincided with the end of Brabham's time as a competitive team. Murray's next car (which he helped Steve Nichols design), McLaren's MP4/4, is usually claimed to be based on the same principles and won 15 of 16 races in 1988. (en)
  • Brabham BT55 – samochód Formuły 1, skonstruowany przez Brabhama na sezon 1986. Kierowcami bolidu byli Riccardo Patrese, Elio de Angelis i Derek Warwick. (pl)
  • Brabham BT55 — гоночный автомобиль команды Формулы-1 Motor Racing Developments, выступавший в сезоне 1986 года. (ru)
  • O BT55 é o modelo utilizado da Brabham na temporada de 1986 de F-1. Condutores: Riccardo Patrese, Elio de Angelis e Derek Warwick conduziram o modelo. Foi o projeto mais radical de Gordon Murray em toda a história da sua carreira na Brabham. Alcunhado de “Skate” pela imprensa especializada, contribuiu para o seu declínio e posterior desaparecimento da equipe comandada por Bernie Ecclestone, e foi também o projeto final de Murray antes de rumar para a McLaren. Anos depois, Gordon Murray explicou as razões pelas quais o carro não funcionou como devia: (pt)
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  • Brabham BT55 (en)
  • Brabham BT55 (it)
  • Brabham BT55 (fr)
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  • Brabham BT55 (pt)
  • Brabham BT55 (ru)
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