António Joaquim Granjo was a Portuguese lawyer and politician. He was a republican from his youth, and was a member of the National Constituent Assembly, elected on 28 May 1911. He fought during Portuguese participation in World War I, and wrote a book about his experiences. After President Sidónio Pais was shot dead, Granjo took action against the "North Monarchy", an attempt to restore a royalist regime in the north of Portugal, in 1919.
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- António Joaquim Granjo was a Portuguese lawyer and politician. He was a republican from his youth, and was a member of the National Constituent Assembly, elected on 28 May 1911. He fought during Portuguese participation in World War I, and wrote a book about his experiences. After President Sidónio Pais was shot dead, Granjo took action against the "North Monarchy", an attempt to restore a royalist regime in the north of Portugal, in 1919. He was President of the Municipal Chamber of Chaves, from February to July 1919. He was elected, the same year, to the Chamber of Deputies, by the Evolutionist Republican Party, later being a founder of its successor movement, the Liberal Republican Party. Minister of Justice during Domingos Pereira's coalition government, he served two brief terms as Prime Minister, the first time, from 19 July to 20 November 1920, in a liberal government. Afterwards he was nominated Prime Minister again, to take the place of another liberal, Tomé de Barros Queiroz, on 30 August 1921. Granjo was assassinated, while in office, during the infamous "Noite Sangrenta" ("Bloody Night"), on 19 October 1921. The political affiliation of his murderers is still a matter of dispute. That same night, two other prominent republicans of moderately right-wing sympathies, Machado Santos (widely known as the founder of the republic) and Carlos da Maia, also lost their lives.
- António Joaquim Granjo war ein portugiesischer Rechtsanwalt und Politiker. Er war während der Zeit der ersten Republik zweimal Regierungschef seines Landes.
- António Joaquim Granjo, was een Portugees politicus.
- António Joaquim Granjo, nasceu em Chaves a 27 de Dezembro de 1881 foi um advogado e político português. Republicano na sua juventude, era um membro do Assembleia Nacional Constituinte, eleito em 28 de Maio de 1911. Lutou durante a participação portuguesa na primeira guerra mundial, e escreveu um livro sobre suas experiências. Depois do assassinato do presidente Sidónio Pais, António Granjo insurgiu-se contra a Monarquia do Norte em 1919 e a tentativa de da instauração de um regime Real. Foi presidente da câmara municipal de Chaves de Fevereiro a julho de 1919. Eleito no mesmo ano para a câmara dos deputados, pelo partido republicano evolucionista e mais tarde fundador do movimento sucessor, o partido republicano liberal. Ministro da justiça durante o governo do coligação de Domingos Leite Pereira, serviu o país como o primeiro ministro por dois breves mandatos, de 19 de julho a 20 de Novembro de 1920, num governo liberal. Foi nomeado novamente primeiro ministro, para substituir Tomé de Barros Queiroz, a 30 de agosto de 1921. António Granjo foi cruelmente assassinado na noite de 20 para 21 de Outubro de 1921, conhecida por noite sangrenta, na sequência da revolução de cariz radical iniciada a dia 19, que o levou a pedir a demissão do cargo de primeiro ministro que então desempenhava. Os seus assassinos foram marinheiros e soldados da GNR integrantes do movimento revolucionário em curso comandados pelo Cabo Abel Olímpio, o “dente de ouro”. António Granjo foi levado de casa de Cunha Leal, afecto ao Partido Democrático, onde tinha tentado obter protecção, e levado para o Arsenal da Marinha. À sua chegada foi ferido com dois tiros no pescoço, tendo sido tratado na enfermaria e recolhido a um quarto. Um grupo de revolucionários entrou no quarto onde se encontrava gravemente ferido crivando-o de balas. Depois disso um corneteiro da GNR ainda lhe cravou um sabre no ventre. Na sequência desta revolução vale recordar que na “noite sangrenta” foram também assassinados outros republicanos do 5 de Outubro, entre os quais os revolucionários Machado Santos e José Carlos da Maia. Em comum entre todos os assassinados o terem sido opositores da corrente radical que dominou a I República portuguesa, com a excepção de poucos e breves interregnos.
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- António Joaquim Granjo war ein portugiesischer Rechtsanwalt und Politiker. Er war während der Zeit der ersten Republik zweimal Regierungschef seines Landes.
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- António Joaquim Granjo, nasceu em Chaves a 27 de Dezembro de 1881 foi um advogado e político português. Republicano na sua juventude, era um membro do Assembleia Nacional Constituinte, eleito em 28 de Maio de 1911. Lutou durante a participação portuguesa na primeira guerra mundial, e escreveu um livro sobre suas experiências.
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